Frases para deixar a pessoa pensativa
Projetar uma mente é entender que o pensamento é um diálogo eterno entre o fluxo do presente e o eco resumido do passado.
A vida pode parecer vazia de propósito, mas é no impacto que deixamos nos outros que a humanidade floresce.
O ateísmo devora deuses como um lobo faminto rasga carne podre, deixando apenas ossos para os tolos que ainda uivam preces vazias.
O tempo devora momentos como um predador insaciável, deixando esqueletos de memórias que rangem nos ventos do esquecimento eterno.
"Posso te fazer uma pergunta?" é uma das frases mais imbecis já inventadas: a pessoa já acabou de fazer uma pergunta sem pedir permissão alguma, apenas para perguntar se está autorizada a fazer mais uma. É a burrice pedindo licença para continuar.
A filosofia não é um acúmulo de respostas, mas uma metodologia viva: um modo rigoroso de pensar que transforma perguntas em caminhos e o pensamento em criação de sentido.
Quando a dívida de um pobre vale mais que sua moradia, a "propriedade privada" deixa de ser um direito e passa a ser um mito!
A inteligência exige diversidade de pensamento; por outro lado, a rigidez cognitiva associada ao conservadorismo limita a inovação e o impacto social.
O racionalista pensa, enquanto o religioso reage à voz do seu domador tal como um animal treinado para atuar no circo.
Pessoas que lutam pela coletividade são moralmente superiores àquelas que pregam o ódio ou o egoísmo.
Deus não existe, mas o diabo com certeza existe… basta observar o que as pessoas fazem quando acreditam estar do lado de deus.
Dizem que o corpo humano é uma máquina perfeita, mas parece que alguns grupos insistem em deixar o processador desligado de fábrica.
Por definição, aquilo que não deixa rastros é inexistente ou, no mínimo, uma inexistência prática. A maioria da humanidade nunca presenciou um milagre; logo, na prática, deus não existe para a maioria.
Uma pessoa inteligente não acredita no que deseja que seja verdade, mas no que a lógica e os fatos permitem concluir.
Só estou justificado a afirmar aquilo sem o qual a própria experiência consciente deixaria de ser inteligível.
