A sabedoria de escolher se sentir pequeno e inferior aos outros é uma dádiva, porque só aí verdadeiramente conseguimos admirar a todos e ver quão grandiosos e únicos todos podem ser.
Quanto menos um homem é apto a enxergar o mundo, mais assanhado fica de transformá-lo – de transformá-lo à imagem e semelhança de sua própria escuridão interior.
Essa será a campanha eleitoral do ovo. Não no contexto do carro a passar ecoando sua vinheta, mas no ambiente dos palanques e quem nele estiver recebendo uma fragorosa ovada.