Frases de William Ernest Henley

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A prudência é uma rica rapariga que não casou, a quem a incapacidade faz a corte.

Ele supunha que era à solidão que tentava escapar, e não a si mesmo.

Aquilo que hoje está provado não foi outrora mais do que imaginado.

Só ficamos satisfeitos em ter razão se conseguimos provar que os outros estão totalmente errados.

A música tem encantos para serenar o coração mais selvagem.

Olhando de perto, um sonho não é uma coisa sem perigo. É como uma pistola com dois gatilhos. Se vive muito tempo acaba por ferir alguém.

O instinto de propriedade é fundamental na natureza do homem.

O que agora é comprovado foi um dia imaginado.

São tão doentes aqueles que se saciam demais, como aqueles que passam fome.

Nós, poetas, na nossa mocidade começamos com alegria, / Mas daí passamos finalmente ao desalento e à loucura.

Não há animal mais degradante, estúpido, covarde, lamentável, egoísta, rancoroso, invejoso, ingrato que o público. É o maior dos covardes, porque de si mesmo tem medo.

É impossível odiar alguém que conhecemos.

Dir-se-ia que o homem pode aguentar tudo (...), até a ideia de que não pode aguentar mais.

O melhor que podemos fazer de nossa vida é empregá-la em alguma coisa mais duradoura que a própria vida.

Com o passar do tempo, nós odiamos aquilo que frequentemente tememos.

Uma grande campanha publicitária fará um mau produto fracassar mais rapidamente. Ela irá conseguir que mais pessoas saibam quanto ele é ruim.

Uma palavra grosseira, uma expressão bizarra, ensinou-me por vezes mais do que dez belas frases.

Frases! Frases! Como se o conforto de todos, diante de um fato que não se explica, diante de um mal que nos consome, não fosse encontrar uma palavra que não diz nada e na qual nos tranquilizamos!

O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que têm medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.

Henry Van Dyke

Nota: Adaptação do poema "For Katrina's Sun-Dial".

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande, é a sua sensibilidade sem tamanho.

Martha Medeiros
Non-stop: crônicas do cotidiano

Nota: Trecho da crônica "A Fita Métrica do amor", de Martha Medeiros.

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