Frases de Vida e Morte

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Onde reina o mais absoluto silêncio não cabem mais flores, perdão, homenagens ou agradecimentos. Onde tem vida, tem barulho, tem críticas e contradições e é lá que cabe toda a nossa gratidão.

As pessoas morrem como viveram. Se nunca viveram com sentido, dificilmente terão a chance de viver a morte com sentido.

Agradeço com veemência todas as pessoas que deixaram seus afazeres para estar em meu velório, há tempos que não os via, vida bem corrida eu sei!
Pena que não os vi.

A minha alma é aberta; para quem se interessa.
Nada precisam saber, àqueles que nada me perguntaram (...).

Você tem escolhas sobre a vida
Você tem escolhas sobre o amor
No entanto, todas as escolhas levam para um só lugar
Para a morte....
Porque esta é a vida.

O rio corre por mar, o pobre para o rico, o velho para o jovem, o fraco para o forte e a vida para a morte.

Pessoas morrendo, querendo viver... Outras vivendo, mortas (...).

E se eu morresse agora, você me conheceria o suficiente para saber por que eu me matei?

Todos vivemos no mesmo mundo, mais cada um dentro do seu próprio universo

Mas se Deus mudou a minha vida
Também vai mudar a tua história
Deus não deu o seu único filho
Pra morrer por nós em vão outrora

Dizem por aí que os escritores têm sangue frio.
Não, não é bem assim!
A gente apenas entende que alguns personagens precisam sair, para que outros possam entrar. E às vezes, também tem aqueles que precisam morrer, definitivamente, em nossa história.

Não espere alguém ir embora para expressar o quanto significava para você, expresse seu amor enquanto a pessoa ainda se encontra com vida.

Paz, paz! Ele não está morto, não está dormindo - apenas despertou do sonho da vida.

Percy Bysshe Shelley

Nota: Tradução de um trecho do poema "Adonais: An Elegy on the Death of John Keats" de Percy Bysshe Shelley (estrofe XXXIX).

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Vivo, por viver
Vivo, sem nada pra viver
Vivo, com um único motivo para viver
Vivo, por viver
Vivo, para morrer.

Até os que se julgam mais fortes e lutam contra a finitude morrem como ovelhas no final da noite.

Uma chuva fina cai sobre a cidade. No rádio a canção de Gal Costa que fala sobre a poeira do caminho. Pois é. O pó das eras também viaja comigo; bem acomodado no meu banco.

Pessoas morrem todos os dias por crimes, acidentes e doenças no curso natural da vida.

O único trabalho do poeta é se manter vivo. Todo resto é sua vida.

A vida é muito curta, por isso desconfio que ela anteceda algo maior.

No silêncio e acompanhado do meu eu, avalio a real insignificância do ser meu.