Ninguém é tão grato pela morte senão pela vida. Temos que priorizar amar a vida enquanto vivemos e secundárizar a morte enquanto mortos. Lastimemos pelo os que amam a morte enquanto vivos e a vida enquanto mortos.
A vida com Cristo e a comunhão, devem ser legítimas e inspiradas na gratidão, sem pressão da morte ou do tempo, mas pelo amor que constrói pontes, que favorece o perdão e move oração e prática na direção do outro.
Quem nunca teve um duelo de vida ou morte com o próprio ego, ou nasceu iluminado ou vive comandado pelo mesmo sem se quer se dar conta da ilusão em que se encontra.