Frases de Tati Bernardi

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Tatiane Bernardi Teixeira Pinto é uma publicitária paulistana, autora de quatro livros e muito conhecida no mundo virtual por seus textos, site e blog.

A certeza que amar enlouquecia, corroía, dava medo, dava um ciúme filho da mãe, dava uma saudade idiota de mulherzinha romântica, uma vontade besta de estar junto o tempo todo como uma mulherzinha sem vida própria.

Estou aceitando currículo para o meu coração. Mas é vaga de dono e não de trainee.

E assim seguimos. Até eu deixar de ser criança. Até eu aprender a gostar de homem ao invés de sofrer tanto por causa de uma boneca.

Dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver.

E foi então que eu descobri uma coisa fantástica, talvez a mais fantástica de todas: quando a gente para de procurar desesperadamente por um amor, a gente percebe que pode amar qualquer coisa.

Eu tenho medo de acreditar em você, de te desejar tanto tanto e acabar descobrindo que eu ainda tenho um coração (...)

Sinto falta do mistério que era amar a última pessoa do mundo que eu amaria.

Eu só queria que isso que eu tô sentindo agora durasse mais de uma semana.

Eu não espero que você seja o-grande-amor-da-minha-vida, parei de acreditar nisso na quinta série.
É só que dessa vez eu queria muito que fosse diferente. Dessa vez, com você, eu queria que desse certo.

Mas dessa vez tô ignorando o telefone. Mesmo que ele fique no meio das minhas pernas o dia todo esperando um telefonema seu. Mas você jamais vai saber disso.

Ele sempre vai embora antes da gente ser alguma coisa juntos.

Chega, chega. Pra que isso? Se ele estiver com alguém agora, e daí? Ele e eu não temos nada a ver, certo? Porque era bom e tal. Aliás, meu Deus, como era bom. Mas não era bom pra ficar junto, certo? Então pronto. Chega. Adulta, adulta…

Escrever sobre você de novo? De novo? Tenho até vergonha. Nem eu suporto mais gostar de você.

Pode me colocar de lado. Desde que seja ao seu.

As pessoas têm que entender que bonita não é gostosa, inteligente não é nerd, tímida não é santa... e comer é para comida e não para mulher!

Não tô fazendo mal a ninguém, só tô fazendo bem a mim.

A regra do “tudo que vai, volta” não funciona comigo. Se eu for, eu não volto.

Com um início de perder o fôlego, mas com um eterno três pontinhos num final que nem existe.
Os três pontinhos são o que me matam, ponto final seria a dureza clara e o fim da história, três pontinhos são o que me matam.

É cansativo viver sem vírgulas porque eu respiro a sua existência 24 horas por dia, e só coloco vírgulas teatrais para você não enjoar de mim.

Tati Bernardi
BERNARDI, T. A mulher que não prestava. São Paulo: Panda Books, 2006.

Nota: Trecho da crônica "Linha cruzada"

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É assim sempre e isso cansa tanto.