No ponto dos meus trinta e poucos anos, percebi que não sou o tipo de pessoa que sobrevive de metáforas. Eu quero viver o real, o palpável. Na concretude dos momentos é que eu me defino ou me reinvento.
Quando ajudamos um necessitado, não fazemos por ele, fazemos por nos, fazemos pra ser bem vistos ou simplesmente para sentir melhor com nossa consciência. Somos todos egoístas, não temos a capacidade de beneficiar ninguém a troco de nada.
A Terra é um lugar muito belo de se viver. Os homens que ainda não sabem se compreenderem o bastante, serem íntegros e verdadeiros para fazer da Terra um Paraíso.