Frases de rock
Nascer, morrer. Fome, sede. Necessidade de relacionar-se. Isso é o que está no botão automático, independe. Todo o resto é manual, dependente. Muito!
Basicamente todos sabem que existe um inicio , meio e fim ,
mais o que poucos sabem que na verdade depois do fim existe o recomeço, o inicio de tudo novamente.
Nada melhor que a distância... e o tempo... pra valorizar ainda mais algo que eu considero especial...
Vejo o sol caindo suavemente no horizonte distante. O pôr-do-sol mais parece o perfil de uma Fênix em chamas precipitando-se ao chão do entardecer. O céu alaranjado que incendeia os meus olhos enche-me de encanto e dúvidas: para onde vamos depois que o sol nunca mais nos ilumina”?
Existem duas maneiras de conquistar e escravizar uma nação.
Uma é pela espada...a outra é pela dívida.
Viver a vida intensamente é, por vezes, um risco. Mas um risco que você deve correr pra alcançar êxito.
Na sola do pé que bate um coração vagabundo, porque a rua fica lá e ela e o coração do mundo, vem pra mim (vem), seja minha porque eu sou seu, a rua reina mais que o rei da roupa
que o rato roeu, linda, menina da pele preta ou marron
seja asfaltada ou de barro se eu tô com ela tá bom..
Mais cê tá sempre complicando, pra se envolver contigo o cara tem que ter coração de Corinthiano, sofredor.. de sentimento sofredor, se você não quer, falô! Tô saindo, já vou.
Castidade não é restrição, mas possibilidade. Sou um homem livre. A liberdade que experimento é escolha. Ninguém me obrigou a assumir o que escolhi.
E brasileiro não tem medo do fim do mundo em 2012, tem medo do fim do mês. Fim do mês é o fim do mundo em parcelas.
Chore a perda de seu querido, mas não deixe que morra também no único lugar em que deve permanecer vivo. Dentro de você.
Quem não conhece a dignidade da privação e nem a gratidão de um sofrimento compartilhado talhou a própria cruz, faltou tempo para o amor.
Queria muito ter o dom do encanto com as palavras para que eu pudesse encantar você; mesmo que fosse por um segundo: Eu te Adoro!
Do arco que empurra a flecha, quero a força que a dispara; da flecha que penetra o alvo, quero a mira que o acerta.
O homem não vive somente de pão; a História não tinha mesmo pão; ela não se alimentava se não de esqueletos agitados, por uma dança macabra de autômatos. Era necessário descobrir na História uma outra parte. Essa outra coisa, essa outra parte, eram as mentalidades"
