Frases de rock
Se Jesus morreu por nossos pecados, então por que ainda existem pecados? Ou estou totalmente liberado para fazer o que quiser sem me preocupar com o inferno?
No cristianismo o machismo começa quando deus é pai e o seu filho é também um homem! Numa religião onde o divino é homem, o resto é inferior e submisso.
O inferno está quase vazio porque Jesus morreu pelos nossos pecados; agora tudo é permitido, e ninguém mais precisa ir à igreja nem pagar dízimos.
O cristianismo afirma que Jesus quitou a dívida do pecado; curiosamente, a igreja ainda cobra mensalidade.
Se o sacrifício de Jesus salvou todo mundo, então o inferno faliu e as igrejas esqueceram de avisar.
Se a oração realmente mudasse alguma coisa, os hospitais estariam vazios e as igrejas milionárias teriam que inventar outra desculpa para pedir dízimo.
DEUS NÃO É AMOR
1. O amor é uma relação direta entre humanos (e requer provas e atitudes).
2. Deus não se relaciona diretamente com seres humanos (não há provas de fala direta).
3. Logo, Deus não é amoroso (ou não há provas do amor divino).
Prefiro o brilho curto de uma vida bem vivida ao mofo de uma eternidade suportando a mediocridade de quem não tem nada a dizer.
Não me venha com promessas de vida eterna se o elenco for esse; prefiro a brevidade de um instante real ao tédio infinito de uma existência rodeada de gente irrelevante!
Minha conta é simples: uma única vida intensa vale mais do que mil anos de conversas vazias e sorrisos falsos. Se o paraíso é cheio de gente chata, prefiro que meu tempo acabe logo.
Nada é mais agressivo à inteligência do que a ideia duma vida eterna sob o comando dum ser que exige louvor constante; se o cristianismo é real, a destruição definitiva da minha consciência é o maior prêmio de liberdade que eu poderia receber.
Eu nunca vou ser um filosófo, não tenho roupa para isso, inclusive eu não fumo e não tenho um cachimbo!
Você não precisa ter religião para ter senso de moral. Se não consegue distinguir o certo do errado, o que falta é caráter e não religião!
Nos esforçamos tanto para ser inesquecíveis que acabamos virando apenas um rascunho mal feito na memória de quem nunca soube ler.
A fé num deus que orquestra o mal cotidiano é a maior obscenidade intelectual, uma ilusão que mascara a crueldade inerente à natureza, tornando os crentes escravos dum monstro invisível que ri do sofrimento humano enquanto finge benevolência.
No vazio caótico do niilismo, o amor emerge como uma alucinação selvagem, quase incapaz de se sustentar, mas persistente o suficiente para desafiar a insignificância, transformando o desespero numa esperança arrogante que devora o nada.
