Frases de rock

Eu só posso estar na vida do outro para fazer o bem, para acrescentar, caso contrário, eu sou perfeitamente dispensável.

Porque esse talvez seja o único remédio quando ameaça a doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão ridículo que só sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada.

A traição é uma saída para quem não sabe se entregar por inteiro.

O amor é como as rosas. Cada pétala, uma ilusão, cada espinho uma realidade!

Eu te amo, Elena. É porque a amo que… Não posso ser egoísta com você. Você não merece isso. Eu não a mereço, mas meu irmão merece.

Conhecimento vem do seu professor. Sabedoria, do seu interior.

Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer.

Sigmund Freud
Character and culture (1963).

Pessoas não são como bonecas, não podemos brincar com elas e depois guardá-las na caixa.

Homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis geram homens fracos, mas homens fracos criam tempos difíceis e tempos difíceis geram homens fortes.

Só és senhor daquilo que que podes dispensar. Do que não podes, és escravo.

“Alguns pensam que resistir nos fortalece, mas às vezes é desistir que faz isso”
(Herman Hesse)

Porque, pra viver de verdade, a gente tem que quebrar a cara.

Eu já quis que o destino me surpreendese. Quis muito! Hoje eu só espero que ele não me decepcione.

O que empobrece o ser humano, não é a falta de dinheiro, mais sim, a falta de fé, motivação e criatividade.

Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é.

Fernanda Mello
Princesa de Rua

“Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer às vezes que às vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo (…)”

Mesmo no mais alto trono do mundo estamos sempre sentados sobre o nosso traseiro.

Violento mesmo é o amor, o resto é só cara de mal.

Eu sonho minha pintura e então eu pinto o meu sonho.

Jean-Baptiste-Camille Corot
Musical Courier, Nova York, v. 57. n. 21, p. 20, 18 nov. 1908.

Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Van Gogh, mas essa atribuição foi feita por volta da década de 1990. Em 1908, o pensamento havia sido creditado a outro pintor, o francês Jean-Baptiste-Camille Corot, na revista nova-iorquina "Musical Courier".

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Está aí uma coisa que nunca saberei nem compreenderei - do que os humanos são capazes.