Frases de Quase um ano de Namoro

Cerca de 365070 frases e pensamentos: Frases de Quase um ano de Namoro

Tem fotografias que não foram publicadas porque as câmeras não conseguiram captar. Foram registradas no coração, na memória e arrancam um riso largo. Elas serão flores da nossa velhice.

Você ainda não percebeu que algo precioso para você foi substituído.

O amor deve ser como o signo de libra, você põe o amor na balança e mantém o equilíbrio, se ambos amarem um ao outro de forma desigual, a balança pende e o amor se vai...

Esse é o sentimento mais solitário: não saber quem você é.

O amor é grande e cabe nesta janela.

Intriga me o que sinto por ti,
reluzente e grande querer,
amar, gostar, entender,
e a cada segundo pensar em você.

O Medíocre imita,
O Bom faz, mas
o Gênio cria.

É os brasileiros são muito espertos...
Até que apareça uma urna de votos.

A estupidez do homem chega a me dar náuseas,e a imbecilidade da mulher me faz enxergar como eu sou.

Pare de olhar para o nada, olhe para mim, pois meu tudo queria ser esse nada, so para ter sua atenção.

O traço mais inconfundível do idiota perfeito é que ele não quer saber se o que você diz é verdadeiro ou falso. Só quer saber a que partido você pertence. E se você não pertence a nenhum, ele inventa um.

Dizer que há bebê demais é como dizer que há flores demais.

Amamos geralmente as mulheres belas por inclinacao as feias por interesse as boas por raciocinio.

Nunca guarde em seu coração a raiva, a angústia, o ódio, a tristeza, pois seu inimigo se alimenta disto, de sua fraqueza.
Mesmo com sua alma dilacerada e seu coração partido, mostre alegria e sorria na frente de seu inimigo.

O veneno do vazio nos mata pela indecisão ou nos ressuscita pela criatividade de solução.

Cores que aquarelam. Flores que primaveram.

Futebol:esporte insano jogado por uns tipos semelhantes a escravos e gladiadores, apreciado por hordas de fanáticos ensandecidos e organizado por maltas de espertalhões.

Mas vale o usar o silêncio como espada, do que usar a mentira como escudo

Os prazeres de se depender de alguém empalidecem perto dos medos paralisantes que essa dependência envolve.

Eu classifico São Paulo assim: O Palácio é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a cidade é o jardim. E a favela é o quintal onde jogam os lixos.