Frases de Platao sobre a Alma
A alma quebrada aprende a amar com cuidado, quem sofreu cuida das feridas alheias com ternura, os gestos pequenos viram cura verdadeira, amar com cuidado é gesto que reconstrói.
O vento traz um nome esquecido, sussurra entre pedras e vales. A alma, ferida, se move, lembrando o que era abrigo. Não há culpa, só saudade, só o desejo de voltar. E na curva do silêncio, o amor começa a falar.
A alma cansada ainda é digna de descanso. Deus não pergunta o motivo da queda, apenas acolhe o retorno. A fé não precisa de força, basta o gesto de voltar.
Há um instante em que o dia se despede e a alma agradece. O descanso não é o fim da jornada, é o recomeço em paz. Quem foi achado pelo amor aprende que o lar é o próprio coração.
A noite testa a coragem, a aurora revela o rosto da esperança. Onde a alma clama, nasce um caminho, ande, que há um propósito esperando.
A verdadeira adoração reside na canção silenciosa que a alma entoa, um despertar da consciência para a Soberania que nos criou. Essa melodia interna, ecoando o refrão eterno da Tua Glória, deve ser a harmonia completa de tudo que somos e fazemos, um hino perene de louvor à Tua magnitude.
Permita-se o descanso profundo. Recarregue a alma para retornar não apenas com força, mas com a serenidade que move montanhas.
A alma humana é um labirinto, e a chave para sua saída não é a lógica, mas a intuição que emana do amor puro. A justiça que buscamos deve ser a bússola que aponta para a essência, ignorando a casca.
Em todo deserto interior e toda sede da alma, Jesus é oásis perene, a fonte inesgotável que me irriga e renova.
Meu refúgio inegociável, o porto seguro onde a alma se abriga quando a tempestade decide rugir mais alto que a minha voz.
Não se contente com a metade; busque a plenitude que só a verdade revelada pode oferecer à sua alma.
Que a sua boca se torne a adega onde a minha alma bebe o vinho do esquecimento de todas as tristezas passadas.
A cura é um ofício demorado, a alma não se regenera, ela é pacientemente remendada, ponto a ponto, com o fio da perseverança.
O fardo da alma não é a matéria que nos pesa, mas o custo da teatralização de uma leveza que inexiste.
Há uma serenidade selvagem em entender que certas feridas da alma não precisam de testemunhas, apenas de silêncio para cicatrizar.
A exaustão transcende o físico: é a fadiga da alma que trava uma guerra invisível nas trincheiras da própria consciência.
