Frases de palavras

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O ego masculino não grita…
ele se esconde atrás de certezas,
de palavras duras
e silêncios que ferem mais que gritos.
Helaine machado

​"Palavras são o rascunho da alma, mas as atitudes são a obra finalizada que o tempo não consegue apagar."

"Economizei palavras e ganhei mundos de serenidade."

Quando a beleza das palavras ganha corpo na força das ações⁠, o discurso floresce em fenômeno. É onde o companheirismo cria raízes, a lealdade se torna abrigo e a sinceridade vira o solo firme onde crescem a irmandade e a amizade verdeira.

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"A pobre humanidade
vive correndo atrás de "palavras ao vento", e não pesquisam sobre o motivo de terem perdido a eternidade..."


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( Francisca Lucas )
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Abraço não é vazio, não é ausência de palavras, é um jeito diferente de expressar coisas que a gente não sabe falar, mas que o outro precisa escutar e de um jeito meio mágico quem é abraçado interpreta exatamente o que queríamos dizer.

⁠É desanimador quando palavras como combate a corrupção e patriotismo saem da boca da hipocrisia e desonestidade.

"Palavras podem até construir pontes imaginárias, mas são as atitudes que determinam quem se dispõe a atravessá-las. As promessas podem encantar os ouvidos, contudo, apenas as ações legitimam a alma de quem as profere."

"⁠Comunicação estratégica é a arte de transformar palavras em ações que geram valor e resultados duradouros"

Palavras são apenas palavras
quando o tempo da espera
sussurra que nada irá acontecer.
Promessas se perdem no vento,
feito folhas soltas na madrugada,
enquanto o coração permanece
sentado diante da esperança cansada.
Helaine machado

“Lealdade vale mais que palavras bonitas.”

Falo com a minha sombra como se fosse confissão. Ela não responde com palavras, mas conhece meus segredos. Permanece quando todos os outros vão, como testemunha muda. Às vezes a abraço e sinto que as coisas podem voltar a ser. Outras, a empurro e desejo que se torne apenas um traço.

Há palavras que têm o peso de pedras e outras, a leveza do lenço. Escolho as que abraço como lenços, para limpar, não para ferir. Dizer pode ser armas ou remédio, prefiro a medicina. Meu vocabulário tem dias de luta e dias de trégua. Aprendo a calibrar a voz como quem regula uma balança.

O silêncio bem usado é ferramenta precisa: afina o pensamento e sutura palavras que feriram.

Minhas palavras de alerta caíram como gotas de chuva silenciosas, incapazes de alcançar aqueles que eu tentava ensinar.

O aviso final foi transmitido pelo sussurro do letreiro, piscando as palavras que estavam se formando na noite.

As palavras dos profetas estão escritas e gravadas nos muros e nos saguões, mas permanecem escondidas e sussurradas dentro dos sons do silêncio.

Acordo com a sombra de um ontem na garganta, onde palavras não ditas fermentam como feridas abertas. Seguro o silêncio entre os dentes, conto as batidas do escuro, e aprendo que a esperança às vezes nasce de uma cicatriz que respira.

Há palavras que surgem como fósforos acesos em mãos trêmulas. Acendem-se, queimam rápido, deixam cheiro de algo que foi e não volta. Guardo-as em potes de vidro para que não se apaguem por completo, e quando preciso, abro um pote e relembro o calor que um dia tive.

Há palavras que se escondem no bolso justo da memória. Aparecem só quando o corpo precisa de consolo. Algumas são duras, outras acariciam a garganta. Se pudesse, as colocaria em moldura e as olharia todas as manhãs. Seria um museu íntimo de pequenas verdades.