Frases sobre Medo

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Tudo que faz bem pra gente, a gente tem medo.

Ele gosta dela. Não tem mais como fugir. É, dá medo. Ela deve estar com medo também. Gostar é começar o inferno tudo de novo. Mas ela, quem diria, escreve lá no texto que topa. Topa começar tudo de novo.

Quero muito te amar e me encontrar contigo. Mas não sei se conseguiremos — e tenho medo.

Com exceção de uns poucos, todos têm medo de mim como se eu mordesse.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Eu tenho medo de você melhorar minha vida de um jeito que eu nunca mais possa me ajeitar, confortável, em minhas reclamações.

O medo gritou: desista agora, esquece, não adianta, você nunca vai conseguir, é perigoso demais.
A coragem sussurrou: Vamos, nós podemos sim. Desculpa medo, mas eu não gosto quando gritam comigo.

Que nenhum gesto meu aperte o seu coração, intimide o seu riso, acorde o seu medo, machuque a sua espontaneidade.

Nunca tive medo de ser diferente...

Ela tem medo da Noite medo de que nunca acabe, Ela costuma fazer amor em pé de dia.

Fico com medo. Mas o coração bate. O amor inexplicável faz o coração bater mais depressa.

Quem não tiver medo de ficar alegre e experimentar uma só vez sequer a alegria doida e profunda terá o melhor de nossa verdade.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

É pelo medo de cair de novo, que meus joelhos tremem

."Nem sempre é coragem que te faz tão agressivo, às vezes é medo ..."

Onde estava você, escondido debaixo de tantos sorrisos frustrados... Você é real, não tenha medo de apenas ser, e ser agora. Sua felicidade está aqui e agora. O resto você inventou, porque ainda não sabia que poderia contar com você. A verdade é que você só pode contar com você.

Mas não adianta: Um dos meus males é ter medo de magoar as pessoas.

Só um ser humano maduro não tem medo de si mesmo.

Muitas coisas não são realizadas por que o mendo vence as pessoas. Vença o medo e verás um mundo de possibilidades desdobrar-se diante de teus olhos.

Sentia-se pequenina, só, perdida dentro do cobertor, aquele tremor que não era frio nem medo: uma tristeza fininha como as agulhas cravadas na perna dormente, vontade de encostar a cabeça no ombro de alguém que contasse baixinho uma história qualquer.

Quando eu olho no seu olho, eu sou você e você é eu. Se você tiver medo de mim é porque você tem medo de você.

Estupidez, masoquismo ou medo de viver de verdade?