Frases de Luis Figo
Pleroma é o espaço onde o invisível se torna inevitável. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon
Quem toca o Pleroma percebe que o tempo e a forma são meras ilusões. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon
No Pleroma, não há reis nem escravos, apenas consciência pura em movimento. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon
Cada respiração conectada ao Pleroma revela uma camada do poder interior. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon
Pleroma é o vazio que tudo preenche, a força invisível que sustenta a realidade. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon
Na pausa do tempo, cada instante revela a eternidade que ignoramos. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
A pausa no tempo não é ausência, é o poder de tudo se tornar visível. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
Entre um segundo e outro, a pausa no tempo guarda segredos que ninguém ousa tocar. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
A pausa no tempo permite que a consciência enxergue o que a pressa esconde. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
No silêncio da pausa, o universo revela a força de sua própria eternidade. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
Quem domina a pausa no tempo não se apressa, controla o fluxo da realidade. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
A pausa no tempo é a ponte entre o que fomos e o que podemos nos tornar. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
Na pausa, cada escolha se multiplica, cada pensamento se torna infinito. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
A pausa no tempo não espera por ninguém; ela apenas mostra quem realmente observa. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
No vazio da pausa, o poder se revela sem palavras, sem movimento, sem limites. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
“Se você enxerga o jogo, não vire inimigo do sistema. Dentro dele você ainda tem chance. Jogue, suba de nível, enquanto a multidão cai nas próprias armadilhas.”
— Guilherme Abner
O celular lhe tomou o tempo, a atenção e o silêncio.
O acerto de contas vem depois. Com juros.
A arma no bolso
Guilherme Abner
