Frases de Gente Discreto
Na vida, a gente começa sendo criança e atravessa a idade adulta através de mil caminhos que levam todos a um mesmo ponto: a volta ao estado infantil.
Nunca mude de nome
nem mude sua cor,
Tem gente que passa fome
mas é saciado de amor.
Se o orgulho te consome,
mude agora, por favor!
O nosso gesto de amor não pode constituir uma ameaça para aqueles que a gente dedica o tempo amá-lo.
"A gente não dá certo, somos diferentes"
Mas eu não quero alguém igual a mim, quero alguém que me complete com aquilo que não tenho
Quem define o tamanho da decepção é o grau da proximidade,da expectativa... e o quanto a gente ama ...
Fico aqui pensando se não fosse
A música
A poesia
Essa gente que
Se anuncia
A cantiga de roda
Que não existe mais
Só quero você
Para amar
Existe pessoas que passa pela vida da gente como vendaval, e mexe com toda nossa estrutura,mas existem aquelas que vem como brisa suave trazendo muita calmaria é equilíbrio.
Construímos a gente em cada estrada, em cada superação dos medos, em cada curva perigosa da vida, e mesmo não sabendo qual o próximo destino, devemos descobrir sorrindo, como no agora.
Nildinha Freitas
É mesmo difícil lidar com momentos da vida que a gente quer parar
É tanta injustiça vejo tantas vidas perdidas querendo se encontrar
Mas o tempo é ligeiro ele passa que a gente nem vê.
A gente se perdeu
Como não percebeu
Que era eu, sempre fui eu
Que era eu, o seu grande amor
A gente finge acreditar, fala que não vai se apaixonar
Viu, ninguém segura o que o coração já sentiu
O nosso toque se rendeu, meu corpo se encaixou no seu
O doce sabor da sua boca, a química bateu com força
Uma das coisas que mais me chateia neste século XXI é que, toda a gente se sente orgulhosa e regozija-se daquilo que sabe e diz ter razão; mas, face àquilo que não sabe e desconhece mostram-se, severamente, arrogantes e logo querem, travar-se de razões.
22 de fevereiro de 2002
Há gente muito parva no mundo, mas, os maiores, são aqueles que nos tentam fazer iguais a eles. E isso é terrível!
© 5 de abril de 1985 | Luís Filipe Ribães Monteiro
