Frases de Final de Semana

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Às vezes, a maior mudança não acontece quando encontramos respostas, mas quando aprendemos a fazer perguntas diferentes.

Pepita de Oliveira

Quem tenta controlar todos os caminhos, quase sempre deixa de perceber para onde a vida está querendo levá-lo.

Pepita de Oliveira

Às vezes, não é a vida que mudou. Foi o olhar que amadureceu.

Pepita de Oliveira

A maturidade não elimina as dúvidas. Ela apenas nos ensina a conviver melhor com elas.

Pepita de Oliveira

Nem toda evolução faz barulho. Algumas das transformações mais profundas acontecem em silêncio.

Pepita de Oliveira

Novas oportunidades de emprego, fizeram-me perceber que existe um constante encontro de existências. E cada existência é mundo, um aprendizado, uma oportunidade para crescer."

O autoconhecimento não entrega uma versão pronta de nós. Ele revela possibilidades que, muitas vezes, ainda não conhecíamos.

Pepita de Oliveira

Existem encontros que mudam a nossa história. E existem encontros que nos devolvem para nós mesmos.

Pepita de Oliveira

Aprendi a duras penas que, a sala dos professores é uma boa oportunidade para ler boas obras. Foi, justamente, aqui que conversei com autores que transformaram minha forma de pensar...

A Obra Meditações de Marco Aurélio é algo que transcende o tempo, pois demonstra como um ser humano enfrenta os seus dilemas existenciais.

O estoicismo está em alta atualmente, justamente porque muitos dos dilemas referentes às crises institucionais são parecidas com as contemporâneas.

Fui na Loja,


para comprar
o que não preciso.

Na escada,
um degrau de cada vez.




Sem, pular degrau.

Humildade, sim.
Simplicidade, sim.
Pequeno.


Exaltação, não.
Orgulho, não.
Grande.

Existe gente simples,
dá para ver.

Fui, na Rua.
Esqueci,
o guarda-chuva.
Tomei, um banho.

Deixei, a comida queimar.
Ficou, com cheiro de queimado.
Um cheiro horrível.
A vizinha, sentiu o cheiro.
Eu estava, com fome.

O chapéu antigo,
é o mais bonito.
Clássico.
Daquele tempo.
De antigamente.
Daquela época.
Feminino, e masculino.

Eu sou o homem,
atrás da cortina.

– Não faz mal, eu vou matar ele.
– Que é isso menino, matares teu pai?
– Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.