Sofria de uma doença grave chamada romantismo-sem-endereço. Amava quem ainda não se fazia presente. Sonhava com sujeito sem rosto, sem tato e sem voz. Escrevia para ninguém. Chamava o futuro
O tempo é a cura, a doença, o amigo presente, o inimigo invisível, as vezes ajuda, outras atrapalha, o tempo leva, o tempo traz, o tempo passa e não volta.
Sua eficiência perde o valor quando a doença chega, o mundo quer jovens, saudáveis, doentes e velhos na maioria dos casos o SUS aceita, o INSS rejeita tanto quanto pode!