As pessoas costumam destruir tudo o que gostam, e isso vai das flores ao amor. Eles as colhem e veem sua beleza murchar. No amor, fingem que não gostam até o outro desistir de tentar.
Às vezes guardamos tantas coisas que nunca contamos pra ninguém mas só a gente sabe o quanto dói tentar ficar de cabeça erguida enquanto tudo desmorona na nossa frente.
Quando nascemos, temos nosso eu autêntico. Depois, a sociedade cria um falso eu: você é cristão, você é católico, você é branco, você é alemão, faz parte da raça escolhida por Deus e deve governar o mundo e assim por diante. Ela cria uma falsa ideia de quem são as pessoas.