A verdade é escrava da linguagem
A dor é a extrapolação do prazer.
No fim do final do cansaço: só osso, só resta o pó.
Se agarre ao desespero, pois ele guiará você.
Há mistérios e você indigno é, por tamanha pequenez.
De cá, tudo é nada sem você.
A mendicância me oprime a ser mais tola.
Eu sou o Rei do Reino do Nada.
O âmago é a fundição secreta dos esboços d’alma
Na unidade as discrepâncias cessam como a tempestade.
Todo vazio é vazio de um outro vazio.
O mundo não cabe em palavras.
De pressa em pressa, das humanas pressas, a morte enche o papo.
No deserto qualquer brisa refresca.
Prefiro ser chato. O irregular não serve pra mesa.
De tudo que há em mim o que mais incomoda é a falta.
Pensar demais entope o cano.
Minha maior ambição é a paciência.
Ser livre é cerca-se de limites amigáveis.
A sua sabedoria é a medida da minha tolice.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.