Frases Conservadoras
Todos os meios financeiros usados e colocados à disposição da máquina criadora de políticas públicas eficazes para estabilizar a vida econômica do povo devem ser fiscalizados de modo a não levar o Estado a entrar em falência.
A maior dificuldade de quem governa não está na forma como política ou administrativa deve gerir o País, está antes na forma como deverá fiscalizar as actuacões objectivas ou subjetivas dos seus Ministros.
O mundo deixou de ser governado por políticos vocacionados e passou a ser gerido por populistas radicais e oportunistas insensíveis que têm levado as Nações ao declínio profundo.
O político que vê na burocracia um modo eficaz de governar, se assemelha a um palhaço que se convence de que os truques que usa em palco para o seu público são tão reais, quanto a sua própria existência.
As políticas reactivas, nunca foram eficazes, nem capazes de resolver os problemas de uma Nação, pois, uma Nação que se quer próspera tem de ter e conceber políticas proactivas e exequíveis.
Se ter um cargo político ontem significava honra, hoje ter um cargo político significa tão-somente, viver o problema do povo e, arranjar soluções urgentes para que as famílias tenham a esperança de que o futuro para as suas vidas e dos seus filhos é uma certeza.
A dimensão da política e da ignorância, avalia-se na ilusão de cortes de fitas, que feitas aos olhos do povo, levam com que este rejubile sobre a sua própria desgraça e se insurja contra o seu bem-estar.
O maior desafio das Nações emergentes, resulta da capacidade de se autoafirmarem perante as políticas do cenário mundial.
Governar em tempos de paz é a melhor maneira de mostrarmos o que valemos enquanto políticos, mas, governar sobre pressão de uma pandemia global, cujas as estratégias para derrotar o inimigo se tornam incipientes, é pior que gerir os anseios do povo em tempos de guerra.
A democracia cria fantoches políticos, que forjados na ilusão de poder fazer melhor do que aqueles que governam, deixam-se acreditar piamente, que ao criar alguma bagunça denomina partida, alcançarão o poder.
O político atento, não expressa a sua opinião por emoção em nome da democracia mal entendida e interpretada pela convicção dos ignorantes, emite sim a sua posição, sobre o critério eloquente da oratória e da diplomacia urbana.
Não se elege um político para gerir um País, sem se ter em conta a sua verdadeira visão e sensibilidade sobre o povo, pois, um político que não concebe o povo como corolário da sua governação, assemelha-se a fracassado a procura de protagonismo.
Quando um político acredita que as suas ideias e convicções agradam a todos, é porque perdeu a sua essência e vive sobre a vontade manipulada daqueles que o rodeiam.
A estabilidade social de um País, não está na elaboração de um programas político bem concebido, está antes, na capacidade dos gestoras públicos tornarem eficazes e concretas as suas ações, que visam resolver na prática os problemas reais que afligem o povo, que vive em extrema pobreza.
O entusiasmo político, atiça a vontade da juventude em ver a sua vida cada vez mais desenvolvida, mas, os programa políticos criados pelos Governos não contemplam a juventude como prioridade, pois, as políticas actuais têm em vista a preparação da velhice dos actuais políticos.
A independência nacional não tem o rosto, nem o rótulo de um partido político; a independência é o tom mais alto e, que tem de ser harmônico entre todos os angolanos, porque é por meio dela, que ganhamos voz e vez, numa terra que era considerada de escravos.
As políticas que propalam a experiência como base para se ter acesso a um bom emprego, não são as mais consensuais, pois, ninguém nasce com experiência na fala ou a andar, mas, com o tempo todos aprendemos a falar, a andar e até a pensar com coerência.
