Frases Apaixonadas Pedindo a Amada em Namoro
No brilho dos seus olhos quando eu te conheci,
Vislumbrei a real beleza e para vida renasci. Surreal aquele dia,
Procurava alegria,
Então a encontrei em seus olhos a sua eterna moradia.
Escreva sua história sem plágio
Confronte seus desânimos.
Reveja antigos perigos.
Lembre-se onde reside seu paraíso.
E faça por merecer os sorrisos.
Escreva sua história sem plágio
Confronte seus desânimos.
Reveja antigos perigos.
Lembre-se onde reside seu paraíso.
E faça por merecer os sorrisos.
Não adianta a mulher ser bela e não saber se arrumar, mas quando é as duas coisas, é igual lua cheia em céu estrelado, por mais que as estrelas brilhem, o destaque sempre é a lua.
Enquanto não entendermos que a verdadeira liberdade é uma loucura, não deixaremos de ser meros tolos.
Portanto, a sensatez, para quem ama, é apenas o ponto inicial.
Os Sons
Os sons dos passáros, ilumina esse meu compasso;
Os sons da natureza, revela para mim sua beleza;
Os sons de seus sussurros, me leva para outro mundo;
Os sons das marés; me revela quem tu és.
A gentileza às vezes se esconde docemente sob uma couraça mais dura, e só a ternura a torna permeável.
O amor sonha com a pureza. Sexo precisa do pecado. O amor é sonho dos solteiros. Sexo é sonho dos casados.
Amor é prosa, sexo é poesia.
Nota: Título de uma crônica do autor, que depois intitulou um livro.
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida.
Nota: Trecho do texto "Sentir-se amado".
O amor é cuidado em um peito ocioso, pejo no moço, vergonha na virgem, na mulher furor, no homem fogo e no velho riso.
Dez fontes que mudaram minha vida para sempre
01) Hamlet
02) A Paixão segundo GH
03) O Livro de Jó
04) A Divina Comédia
05) Dom Quixote
06) Madame Bovary
07) Ensaios, de Montaigne
08) O mal estar na civilização, de Freud
09) Confissões, de Agostinho
10) A poesia de Fernando Pessoa
Fico quieto. Primeiro que paixão deve ser coisa discreta, calada, centrada. Se você começa a espalhar aos sete ventos, crau, dá errado. Isso porque ao contar a gente tem a tendência a, digamos, "embonitar" a coisa, e portanto distanciar-se dela, apaixonando-se mais pelo supor-se apaixonado do que pelo objeto da paixão propriamente dito.
