De onde vejo o mundo vejo o imundo aflorar
Não flores, mas resíduos a perpetuar.
O que outrora era vida
Advinha...
Teimosa renasce
Nos pântanos de sujeira
Que a asneira humana
Foi buscar...
“E quando me dei conta,
Estava ali parado, inquieto, calmo e turbulento...
Era só de um abraço apertado que eu precisava, ou só queria.
Era só algumas palavras que eu queria, ou precisava ouvir.
Eram tantas coisas que eu só fiquei ali, parado, calmo e turbulento!”
Se eu não fosse daquele tipo de corrente a que chamam do antes quebrar que torcer, há muito tempo que o cerne da minha consciência já me tinha chamado de cobarde.