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A gente constrói a vida para uma pessoa e, quando enfim podemos recebê-la em nossa vida, essa pessoa não vem, depois morre para nós e acabamos vivendo prisioneiros na morada que só a ela se destinava. (À Sombra Das Moças Em Flor)

Minha vida não segue a regra dos padrões vendidos e idolatrados pela alienação social. Minhas escolhas, eu que faço.

Eu te conheci por acaso. Aliás, foi o acaso mais lindo da minha vida.

Sem você, confesso, eu não vivo
Sem você minha vida é um castigo
Sem você prefiro a solidão
A sete palmos do chão.

Se você não brincar com a vida, a vida brigará com você. (O Futuro da Humanidade)

Eu só quero saber em qual rua minha vida vai encostar na tua.

A vida é uma aventura da qual nunca vamos sair vivos.

A história é tão leve quanto a vida do indivíduo, insustentavelmente leve, leve como uma pluma, como uma poeira que voa, como uma coisa que vai desaparecer amanhã.

Milan Kundera
A insustentável leveza do ser. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

Há momentos em que a luz miúda nos revela muito mais que mil holofotes. Chega de vida complicada. Eu preciso é de simplicidade!

Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica As três experiências.

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Fazer da vida o que melhor possa ser!

Charlie Brown Jr

Nota: Trecho da canção Ela vai voltar.

Uma vida sem amor é uma vida sem sentido
Estarei feliz aonde for se você estiver comigo

Charlie Brown Jr

Nota: Trecho da música Não viva em vão.

Quando me perguntaram o que realmente mudou minha vida há alguns anos, eu digo que a coisa mais importante foi mudr o que eu exigia de mim mesmo.

Você disfarça, a vida toda você disfarça. Para não parecer fraco, para não parecer louco…

O homem pode pôr fim à sua vida; mas não pode pôr fim à sua imortalidade.

Milan Kundera
A imortalidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

Era um dêsses sentimentos puros que não embaraçam a marcha da vida, que se conservam porque são raros, cuja perda ocasionaria dor maior que o regojizo da posse.

Nesta vida, em que somos capazes dos atos mais nobres e dos erros mais terríveis, não somos mocinhos nem vilões: apenas humanos.

Quando se coloca o centro de gravidade da vida não na vida mas no "além" - no nada - tira-se da vida o seu centro de gravidade.

Tudo que se ganha nessa vida é pra perder.

Ninguém sabia que ela estava sendo infeliz a ponto de precisar buscar a vida. (...) Ela só sabia viver.

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.