Tentei voar mas não tive asas, e quando sobre o mar quis andar me faltou fé, ergui um grito de socorro ao vento mas me faltou voz, então eu caí, nos braços do amor de Deus.
Eu não me arrependo do que eu passei, mais se eu tivesse a mentalidade que tenho hoje na quele tempo. Nunca iria passar por aquilo que eu passei para chega até aqui.
Parece que de uma maneira ou outra temos uma espécie de inocência inconsciente para aliviar nossa própria arrogância. Será que as palavras e atos perderam o poder transformatório?!