Frase de Maurice Merleau-Ponty
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Fazemos ordinariamente mais festa às pessoas que tememos do que àquelas a quem amamos.
A razão também tiraniza algumas vezes, como as paixões.
Vive mal quem só vive para si.
Preocupa-nos mais que falem de nós, do que a maneira como falam.
Face aos grandes perigos, só a grandeza nos pode salvar.
Para não corar diante da sua vítima, o homem, que começou por feri-la, mata-a.
Não emprestes, não disputes, não maldigas, e não terás de te arrepender.
Ao bater com a cabeça contra as paredes, apenas conseguiu «galos».
Para os doentes, o mundo começa na cabeceira e acaba no pé da sua cama.
O apetite do privilégio e o gosto da igualdade, eis as paixões dominantes e contraditórias dos franceses em todas as épocas.
Pela forma como trabalha se avalia o artista.
É tão fácil o prometer, e tão difícil o cumprir, que há bem poucas pessoas que cumpram as suas promessas.
A vida é demasiado curta para que desperdicemos uma parte preciosa a fingirmos.
É mais fácil cumprir certos deveres, que buscar razões para justificar-nos de o não ter feito.
A razão destrói nos homens as criações da sua própria imaginação.
Os oradores dão-nos em comprimento aquilo que lhes falta em profundidade.
Os mais arrojados em falar são ordinariamente os menos profundos em saber.
As nossas únicas verdades, homem, são as nossas dores.
Se não estás disposto a matar aquele a quem pretendes odiar, não digas que o odeias; estás a prostituir tal palavra.
o mar urrava
como um fauno
após o coito