Frase de Amor para um Muculmano

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Que Deus lhe dê a graça de chegar ao lugar mais bonito que já é seu, mas que você ainda não conheceu porque precisa ir até lá...

As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão
Mas as coisas findas muito mais que lindas, essas ficarão.

Só quem está em estado de palavra pode
enxergar as coisas sem feitio.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.

Importuna coisa é a felicidade alheia quando somos vítima de algum infortúnio!

Machado de Assis
Conto "A parasita azul".

É dos sábios mudar de opinião.

O tempo corre, e as nossas sensações com ele se modificam.

Machado de Assis
Histórias da meia-noite (1873).

Nota: Trecho do conto A parasita azul.

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Eu que meditava ir ter com a morte, não ousei fitá-la quando ela veio ter comigo.

Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1881.

É que o perfume denuncia o espírito
Que sob as formas feminis palpita...
Pois como a salamandra em chamas vive,
Entre perfumes a mulher habita.

Não haveria o direito de vencer se não houvesse o direito de perdoar.

O maior espetáculo para o homem será sempre o próprio homem.

Eu sou a pedra no meio do meu caminho.
gostaria de esquecer que vivo tropeçando em mim:
ao invés de olhar por onde ando,
tentando me desviar de comigo,
olharia o horizonte, bem lá adiante,
onde ainda não cheguei pra me atravessar o caminho.

Falar é bom, calar é melhor, mas ambos são desagradáveis quando levados ao exagero.

À proporção que o homem exterior se destrói, o homem interior se renova.

Não é a verdade que vence, é a convicção.

Machado de Assis
Esaú e Jacó (1904).

O homem, o indivíduo humano, é o portador do conhecimento efetivo. O conhecimento enquanto bem social é apenas conhecimento potencial, é coleção de registros e convenções que, para tornar-se conhecimento efetivo, deve ser efetivado, atualizado na consciência do indivíduo vivente.

A pessoa que se vende recebe sempre mais do que vale.

Escrever a própria essência, é contá-la toda, o bem e o mal. Tal faço eu, à medida que me vai lembrando e convindo à construção ou reconstrução de mim mesmo.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

As leis são teias de aranha pelas quais as moscas grandes passam e as pequenas ficam presas.

...E ela virá me abrir a porta como se fosse uma velha amante. Sem saber que é a minha mais nova namorada...

Por pudor sou impuro.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.