A decadência dos nossos "pequenos cristos" se deve a covardia. Se escondem nas tarjas, nos congressos mas fogem das marchas e dos progressos. São "cristos" de pernas atrofiadas, que não andam, não curam e ainda dizem que pregam. mas só com a boca.
A ausência da resposta a uma atitude explosiva é interpretada como covardia.
O silêncio consegue neutralizar o fervor do momento, evitando o duelo de orgulho, que não soma nada a não ser um conflito de ideias.
O silêncio às vezes vale muito mais do que mil palavras.