Bruno Leandro Recife: Reflexão Vivo em minha própria prisão...

Reflexão

Vivo em minha própria prisão
Criado por meus medos e incertezas
Sem ter confiança em mim mesmo
Dou ouvido a estranhos que vivem de aparência
Não fazem o que falam, mais sim, falam o que não fazem.
Será esse o meu destino, viver em meio a falsidade alheia?
Será que posso reverter a situação ou apenas entrar na dança e
Contrariar meu ego e meus próprios interesses?

Às vezes penso que morrer é a melhor solução
Pois, será que os erros dos outros refletem nos meus?
Ou é só uma maneira e me sentir melhor?
Daí me pergunto:
Como podemos viver em meio a esses descasos
Sem qual quer perspectiva de vida, onde à monstros a solta
Que querem nos sugar até a ultima gota.

Será que somos importantes para eles?
A resposta é clara, SIM.
Pra ser exato, de quatro em quatro anos,
Onde o futuro mútuo e geral de toda a nação
Torna-se reduzido ao ponto de ser expresso em um único “click”,
Onde o destino deles fica inteiro em nossas mãos
E seja por um motivo ou outro qualquer
Omitimos-nos e desperdiçamos tudo
Deixando em” branco” a chance de vencer
Ou até mesmo “anulando” o gosto da vingança.

Como eles podem dormir,
E botar a cabeça no travesseiro tão tranquilamente?
Em quanto existem pessoas que passam fome, frio, noites em claro.
Escutando o filho pedir por comida e não ter nada para dar em troca,
Sem chance alguma de viver caem na marginalidade,
Tirando dos outros o que também era pra ser lhes dado de graça.
Porém os maiores ladrões usam roupas de linho
E nunca passaram fome, frio, ou até mesmo sentiram algum tipo de desprazer
A não ser o sentimento de não ter roubado um pouco mais
No mandato anterior.
Sempre foram criados na burguesia em bairros nobres
Não sabem o que é acordar de 5:00 hrs da manhã
Ou pegar uma condução lotada e no final do mês
Receber o mínimo necessário para sua sobrevivência.
Essas criaturas não roubam só bens materiais,
Abdica das pessoas um direito,
todavia roubam o bem mais precioso,o “direito a vida”
Deixando-as sem esperança, dignidade, sem amor,
Iludidas por uma realidade que mais parece pesadelo,
E dentro de si mesmo saem gritos de socorro e dor é sua alma
Que por algum motivo singelo não se corrompeu
Pelo aflito que aqui se passa.

A capacidade humana vai além da imaginação racional
Pois pessoas utilizam-se do sofrimento alheio
Para promover-se de cargos populares e enaltecer seu ego
Escondendo assim realidades e fatos.
Não passe mais quatro anos, com essa farpa em seus olhos, pois,

A verdade está bem a frente de nossos olhos
Só que por algum motivo não conseguimos enxergá-la!

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Inserida por brunoleandrodasilva