⁠ Não faço a mais vaga ideia de onde... Alessandro Teodoro

⁠ Não faço a mais vaga ideia de onde surgiu a romantização da Desculpa e do Perdão. E, sim, nessa ordem! Na Bíblia, não foi!?! Lá não se romantiza absolutamente... Frase de Alessandro Teodoro.


Não faço a mais vaga ideia de onde surgiu a romantização da Desculpa e do Perdão.

E, sim, nessa ordem!

Na Bíblia, não foi!?!

Lá não se romantiza absolutamente quase nada, embora haja — aos borbotões — os que insistem em fazê-lo.

Desculpa e Perdão, embora tão caprichosamente confundidos, diferem um do outro pela razoabilidade e profundidade.

O primeiro, muitas vezes, tenta se legitimar na justificativa, enquanto o segundo se alicerça no reconhecimento da culpa e no arrependimento.

O primeiro alimenta a falsa ideia da amenização dos conflitos; o segundo requer o real desprendimento da podridão do lixo da alma.

Ambos coexistem e muito caprichosamente se confundem!

Nem todos que pedem desculpa pedem perdão, e nem todos que desculpam, de fato, perdoam.

Quer seja por opção ou conveniência, a moda do momento é ofender, já com o pedido de desculpas ao alcance das mãos.

É um olho no pecado e o outro no perdão!

Num dia, fala-se um monte de asneiras; noutro, diz-se mal interpretado…

Num dia, agride; noutro, pede desculpas.

Tomara que dois tapas na cara e um soco no estômago não virem moda.