Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello,... Alinny de Mello

Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.


Hoje eu estou focada no amor que eu construí. E quando eu digo isso, eu preciso começar lembrando de algo que fez parte da minha história: um primeiro amor adolescente, intenso, confuso, cheio de idealizações, promessas silenciosas e sentimentos que pareciam maiores do que o próprio mundo.


Naquela época, eu acreditava que aquilo era tudo. Que aquele tipo de amor definia destino, definia caminho, definia quem eu seria para sempre. Mas era apenas o começo da minha jornada emocional, onde eu ainda não sabia diferenciar o que era intensidade do que era maturidade, o que era imaginação do que era realidade.


Com o tempo, a vida me mostrou que aquele primeiro amor não era um lugar para eu morar, mas um capítulo para eu aprender.


Hoje, olhando para tudo o que construí depois disso, eu percebo o quanto eu mudei. Eu não sou mais aquela menina que confundia ausência com significado, nem aquela que acreditava que o amor precisava do caos para ser verdadeiro.


Hoje eu estou feliz. Eu estou realizada. E essa realização não vem de um passado idealizado, mas de um presente construído com consciência, com escolhas e com reciprocidade.


Eu amo e sou amada reciprocamente.


E isso, para mim, é completamente diferente de tudo o que eu conheci naquele primeiro amor adolescente. Porque agora não existe mais idealização, não existe mais espera, não existe mais dúvida constante sobre o lugar que eu ocupo na vida de alguém.


Existe presença.


Existe estabilidade.


Existe construção.


Quando eu olho para aquele primeiro amor da adolescência, eu não sinto mais dor. Eu sinto compreensão. Eu entendo que era uma versão minha tentando aprender a amar com as ferramentas que tinha naquele momento. E está tudo bem com isso.


Mas hoje eu vivo algo que não me desorganiza por dentro. Pelo contrário, me alinha. Me traz paz. Me fortalece.


O amor que eu construí na vida adulta não é feito de idealizações, mas de escolhas diárias. Ele não me tira de mim. Ele me devolve a mim.


E isso muda tudo.


Porque eu aprendi que o verdadeiro amor não é aquele que marca o começo da nossa história emocional, mas aquele que encontra a gente quando finalmente já sabemos quem somos.


E hoje eu sei.


Eu não estou mais presa ao que foi. Eu estou presente no que é.


E isso, para mim, é liberdade.


Se essa reflexão te tocou, siga o perfil, curta, compartilhe, comente o que achou e leia a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E eu te pergunto: o que acontece dentro de você quando você para de viver no eco do primeiro amor e começa a reconhecer o amor que você realmente construiu?