O Zelo Divino Anoitece e, às vezes,... Jefferson Freitas.

O Zelo Divino Anoitece e, às vezes, Desabafo em Poesia

A noite costuma me trazer em determinados momentos aquela sensação necessária de tranquilidade — que encanta a minha alma, que gera um contentamento genuíno, seja uma ocasião com alguma sonoridade que me agrada ou embalada pelo silêncio — fragmento do meu íntimo.

Principalmente quando as horas estão avançadas e a minha amada solitude se faz presente, a minha mente fica mais equilibrada entre o caos e a calmaria; restaura o meu espírito ainda que eu esteja com o corpo cansado — uma sincronia imprescindível de elementos de bastante significado.

Então, as minhas emoções se misturam com certas palavras e nasce parte da minha poesia; os meus pensamentos mais expressivos desabafam em arte — versos vivos até nas entrelinhas, incluindo fantasia e realidade; de uma simples frase a várias linhas.

O Zelo Divino, manifestado também demonstrado em oportunidades noturnas, usa sabiamente o meu senso criativo e o meu apreço pela simplicidade para fazer uma leitura silenciosa sobre aquilo que preciso de verdade — pelo menos alguns instantes de equilíbrio.