A lágrima que transborda, liberta e... Jefferson Freitas.

A lágrima que transborda, liberta e vira arte

A lágrima muito reprimida, em algum momento, transborda e escorre pela face como o desabafo de uma ferida que ainda não cicatrizou, mas que é indispensável para que a liberdade emocional seja uma conquista. Então, que no choro a alma desabafe e volte mais forte e renascida, e que a tristeza vire arte: um belo quadro, uma poesia viva ou uma linda sonoridade. A resiliência e o ressignificado após a tempestade.