Que a Paz e a Felicidade te abracem... Alessandro Teodoro

Que a Paz e a Felicidade te abracem tão apertado, que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga te distrair.
Porque viver também deveria ser um exercício de leveza.
Afinal, amadurecer não significa perder a capacidade de sorrir sem motivo, de se encantar com as pequenas coisas ou de encontrar poesia na simplicidade dos dias.
A vida adulta, com suas responsabilidades, cobranças e inevitáveis tempestades, já nos exige seriedade suficiente.
Não precisamos transformar a existência numa permanente obrigação de parecer fortes, ocupados ou preocupados.
Há uma sabedoria profundamente filosófica em compreender que a Felicidade não é ausência de problemas, mas a capacidade de não permitir que eles ocupem todos os espaços da nossa alma.
É descobrir que a Paz não depende de uma vida perfeita, mas de uma consciência que aprendeu a não fazer morada em tudo aquilo que lhe rouba a tranquilidade.
Que nunca nos falte maturidade emocional para enfrentar a realidade, mas que jamais nos sobre maturidade a ponto de esquecermos a nossa criança que ainda sabe brincar com a vida.
Que a Serenidade seja nosso abrigo, a gratidão nossa maneira de enxergar o mundo e a alegria uma espécie de resistência contra as durezas da existência.
Porque, no fim das contas, não estamos aqui apenas para cumprir obrigações, pagar contas, corresponder às expectativas e sobreviver ao calendário.
Estamos aqui para viver!
E viver, convenhamos, é também ter o coração suficientemente livre para rir, amar, sonhar, agradecer e ser feliz, mesmo quando o mundo insiste em nos convocar à preocupação.
Que a vida nos encontre responsáveis, mas não sisudos; maduros, mas não empedernidos; conscientes, mas nunca desencantados.
Que a Paz nos habite, que a Felicidade nos transborde e que a esperança jamais perca a intimidade com o nosso sorriso.
Amém!?!
