Ciúmes O que nunca pertenceu, mas que... Liduina do Nascimento
Ciúmes
O que nunca pertenceu, mas que foi um sentimento de emoção profunda, quando transportei o brilho da lua cheia para iluminar os voos que minha alma alçou!
Aquele... que ultrapassou os limites distantes,
para equacionar a geografia das emoções
que um dia os meus lindos sonhos de amor impossível, nele encontrou.
Imaginei um momento que jamais aconteceria,
dos tantos planos que fiz, dos abraços seus que com intensidade desejei, não havia chance nenhuma, uma vida a dois, nem por um instante sei, nunca eu teria.
O amor é feito de vontades, sem realizações e nisso tudo apesar das negações na própria e solitária emoção buscar a alegria... Mesmo morrendo e vivendo desse amor, mais triste e só é a sua triste poesia.
No mundo das suas ilusões, uma frase de amor sequer, uma esperança desiludida... amar sozinha é caminhar para um precipício, e por lá morrer de tristeza, esquecida.
