A pior carência não é a de amor, mas... Valdir Enéas Mororó Junior

A pior carência não é a de amor, mas a de Deus. É um abismo que cega e consome. A ironia é que, enquanto buscamos essa cura, esbarramos em religiões que se preocupam mais com o julgamento do que com o acolhimento. A verdadeira carência é espiritual, mas as estruturas religiosas frequentemente vendem ilusões que nos mantêm no fundo do poço, distantes da essência. Sem essa luz autêntica, a alma segue perdida, buscando no mundo um preenchimento que nenhum sistema humano pode dar.
