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"Carrego dentro de mim o amor. Atenta aos detalhes, permito-me desmontar várias vezes, como um quebra-cabeça; na busca por algo verdadeiro, refaço-me. Sigo o fluxo dos dias comuns e caminho por diversas estradas, refletindo o que me é permitido e idealizando a minha chegada.
Nessa jornada, entrego-me ao exercício da paciência: não uma rotina vazia, mas um terreno de experimentação. Minhas múltiplas versões provam que sou livre para mudar o rumo a qualquer instante. Sob a luz da minha razão, a esperança será, para sempre, a minha alma poética."
Miry Silva
"É a transitoriedade de um dia cansativo que passou."
Às vezes, o maior alento de um dia exaustivo é saber que ele — assim como o sol que se põe — não possui o poder de durar para sempre. Ele termina para que o descanso nos devolva a nós mesmos. E os pés que queimavam de cansaço agora esfriam na paz do repouso, provando que nenhuma dor de jornada é permanente.
Miry Silva
"Qualquer lugar onde eu não preciso ser nada, ainda assim, sinto-me ser alguma coisa. Existe uma liberdade imensa em desligar os rótulos e perceber que, quando tudo silencia, o que sobra não é o vazio, mas a minha essência
Miry Silva
O Eco da Solidão.
"Aprendi o que é o amor, aprendi sobre ele e, então, conheci a solidão. Carrego o peso de tantas frustrações e a inquietude de uma alma que se cala por sentir demais e não saber como demonstrar. Nem sempre foi assim, mas agora, a cada passo, a solidão se faz presente. Apesar das contradições evidentes, entrego-me à melancolia dos meus dias; uma dualidade paradoxal, vivida em um sentir que, muitas vezes, parece não ter sentido."
