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É fútil buscar felicidade e propósito duradouros apenas em prazeres, riquezas e conquistas terrenas. Salomão já dizia isso há milênios e as redes sociais, os cursos de finanças e a autoajuda masculina só escancaram essa verdade.
Passei a odiar a minha vida, ó sol indiferente.
Nada faz sentido; nem esta frase.
É como amar uma sombra ao entardecer: quanto mais corro, mais ela foge.
É beijar o vento que carrega o perfume de alguém que já partiu há mil anos-luz.
É gritar “eu existo?” dentro de um auditório vazio, onde até o eco se recusa a responder.
E o pior: eu sei que, amanhã, o sol vai nascer do mesmo jeito; impiedoso, dourado, cínico.
