Ninguém me deve nada, fiz o que podia... Ricardo V. Barradas

Ninguém me deve nada, fiz o que podia fazer e se fosse hoje, faria mais um pouco. Me arrependo pelo que não fiz nunca pelo que fiz, por que faria um pouco mais, de novo. Vim a está vida para servir e nunca ser servido. Vim para amar os diferentes, carentes de amor. Só rogo que me respeitem, no meu jeito desprendido de ser, afinal cheguei aqui despido, fruto de um ventre materno morno e amoroso e de certo, uma hora irei embora, ao ventre da mãe terra, ao feliz lugar de reencontro de meus amados e queridos ancestrais.
