Vale; Vasto, nem neblinas são visíveis... Fábio Kubiaki

Vale;


Vasto, nem neblinas são visíveis
O temor percorre nas sombras divisíveis
Cercando o vale, montanhas que amaldiçoam o homem
Mas rapaz ainda, com deveres além de sua compreensão
Perdido, apenas seguindo o caminho de sua alazã




Lembra do momento que tudo iniciou?
Eu já não
Memórias são seletivas se ainda as controlamos
Olhos da perdição que com esmero se desvaem
Desmaio pelo mal que eu faço, e que nunca me satisfaz




Seria um momento calmo
Pombas brancas voando para além
Um jardim para um inicio
Ou um começo para o fim.




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Data: 10/02/26