Fragilidade
Diante da sórdida mecânica do mundo digital, vejo fragilidade nas redes; vale mais viver plenamente do que publicar constantemente.
“Uma enchente não destrói apenas cidades. Ela expõe a fragilidade humana diante da ausência de prevenção.” Juliana Hoffmann Liska
"Quando o poder se agita, revela sua fragilidade e quando a justiça permanece serena, revela sua força. Porque toda força que precisa impor-se denuncia sua própria insuficiência, ao passo que a razão que julga com equilíbrio torna-se fundamento de ordem que não depende do temor, mas da confiança, porquanto é dessa confiança, paciente e racional, que nasce a autoridade que resiste ao tempo e às tempestades da vontade humana."
Viver é equilibrar-se entre os confrontos e os apoios que recebemos.
E quando a fragilidade bate à porta, o que mais precisamos não são de sentenças, mas de abrigo.
Que saibamos ser colo, escuta e ter sensibilidade, trocando o julgamento precipitado pelo acolhimento que abraça a alma do outro.
A vida é breve demais e, diante da nossa fragilidade humana, ela está sempre por "um fio".
De repente, um sopro... Eis que as cortinas do grande teatro da vida se fecham, para sempre!
O destino, sem ao menos pedir licença, muda a nossa vida e até a nossa história e depois nos convida a rir ou chorar!
Aceitar, sem compreender, eis o que nos resta E para vencer este desafio só mesmo o Amparo e a proteção de uma força maior chamada,"Deus"! Texto por Você agora mesmo
“Cuidar é mais do que aplicar condutas; é sustentar dignidade no momento em que a fragilidade fala mais alto.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Ser sensível é um dom que vira fardo quando o outro usa a nossa fragilidade como alvo para as suas próprias amarguras.
SerLucia Reflexoes
A fragilidade de algumas pessoas está na sua ignorância! Pois desconhece a fortaleza que existe dentro de si.
A dor alheia não pode ser sentida. Mas refleti, no outro, a fragilidade e finitude que também habitam em todos nós.
A V C A
Só percebemos a fragilidade humana, quando a tragédia se avizinha, ou bate em nossa porta.
Pode ser que, os minutos gasto com este texto, sejam o suficiente para identificarmos o quão distante estamos de nós mesmos.
Não quero que você pense que sua vida está por um fio, mas preciso que tomes a consciência que a vida é uma incerteza constante, e o que temos para fazer, precisamos fazê-lo hoje!
Presenciei uma pessoa de meia idade com seus movimentos limitados em consequência de um acidente vascular cerebral, ahh! quanta vida pela frente, pensei, chorei por dentro, lamentei....
De fato, quando não dedicamos tempo para cuidar de nossa saúde, seremos obrigados a perder tempo com nossas doenças.
Não me prendo a junção dos fatores fisiológicos e emocionais que culminaram no ocorrido, mas reforço o sentimento de paz, por ter feito tudo o que se deveria, antes do mal que lhe sobreveio.
A importância de darmos nosso melhor, de priorizar aquilo que realmente importa, Criticar menos, abraçar mais, elogiar mais em vez de apontar falhas, e viver com capricho, faz toda diferença.
Capricho é fazer o melhor com as condições que se tem no momento.
Melhorar é uma meta vital, renovada a cada patamar alcançado, e viver com capricho torna o intangível uma realidade possível e agradável.
AVCA, a vida começa agora, sim estamos existindo, passamos a viver quando deixamos de agir no automático, quando decidimos o rumo que queremos, pois o futuro se torna muito agradável para aqueles que vivem extraordinariamente o presente.
Paradoxo: extrema fragilidade versos grandeza.
O que doutrora tornava o ser humano mais forte, que os outros seres da natureza ou universo, metamorfou- se e agora transformou- os nos mais frágeis. A capacidade de pensar desvirtuou- se. aquele( pensamento )que os protegia de serem esmagados findou- se, e agora fomenta a própria destruição.
080626
Atualmente, ser racional e coerente é sinal de fraqueza, ingenuidade e fragilidade! Ambição, instintos e desejos são prioridades!
O sofrimento não é obstáculo, mas mestre silencioso; ele desnuda a fragilidade, testa a resistência e, no instante em que parece esmagar, revela o limite exato da própria liberdade.
O desgosto é o instante em que a alma descobre a fragilidade das expectativas.
Ele não nasce do mundo, mas da distância entre o que imaginamos e o que acontece. É um convite abrupto para olhar a vida sem as cores que pintamos nela.
O desgosto é um mestre duro:
mostra que nada é permanente, nem mesmo a alegria;
revela que o outro não pertence às nossas certezas;
recorda que o coração, por mais forte que seja, ainda é casa de delicadezas.
Ele desmonta ilusões, mas ao mesmo tempo amplia a visão.
No desconforto do desgosto, percebemos que a existência não é feita apenas de plenitude —
é feita de contrastes.
Sem o gosto amargo, não haveria clareza suficiente para distinguir o doce.
Paradoxalmente, o desgosto é também uma forma de despertar.
Ele corta, mas abre espaço.
Ele pesa, mas educa.
Ele derruba, mas deixa o terreno limpo para algo novo crescer.
Por isso, filosoficamente, o desgosto não é inimigo, mas um visitante incômodo que nos obriga a reorganizar a própria alma —
e a reconhecer que viver é aprender a renascer mesmo quando aquilo que amávamos desaba dentro de nós.
Quando a saúde falha e a fragilidade se revela, toda disputa perde o sentido. A única urgência legítima é cuidar, sem holofotes, sem vaidade, sem proveito.
Eu sempre tentei amá-Lo acima de tudo, mas na minha fraqueza por várias vezes percebi a fragilidade do meu querer imensamente humano.
Mas minha humanidade me permitiu compreender que Ele sim, me amava acima de qualquer outra pessoa e mesmo com todas as minhas infidelidade.
Então compreendi que tudo que viesse a mim através da vontade Dele, seria para um bem maior em minha vida ainda que ultrapasse a minha compreensão e a minha a inteligência.
Hoje, eu posso crer: há alguém maior que compreende e cuida de tudo e por isso decidi seguir a vida assim: sorrindo e confiante!
Porque Ele me ama e me cuida.
Todos os dias!
No cabo de guerra de quem está certo e de quem está errado, vê-se a fragilidade humana de vencer a si mesmo. No fim todos se perdem!
Quem não se sente confortável na bolha da moralidade espeta sua fragilidade com a agulha da sordidez.
