Forma
A verdade é que observando todas as coisas belas e dada a sua perfeição, a forma e harmonia como se inteiram, toda pessoa deve ter um par (de asas) perdido ou achado por aí nesse mundão de Meu Deus! Daí a gente espera, não espera, pega estrada, segue o curso, corta caminho ou roda como numa ciranda, muda o rumo, erra/acerta o passo e cruza com alguém que nos faz experimentar sensações até então desconhecidas porque vindas de um jeito novo. Que nos faz delirar, provocar uma sinergia, um descompasso em meio ao calor trêmulo dos passos, o desejo ardente de perde-se naquele abraço, embriagar-se de beijos, fundirem-se entreolhares e entregar-se com paixão. O novo, vestido de flores, sol e sorrisos, tecido de algodão bordado de carícias e coração. Doce como algodão-doce e leve, com a leveza que só as plumas tem. E mesmo banhado de chuva é como um beijo cítrico molhado que te aquece ao tempo que provoca arrepios. Deseja vesti-lo, sentir colado à pele o teu avesso, o vestido mais perfeito, e reza para que te caia bem, que te vista como uma luva, que se encaixe perfeitamente em você, na medida certa do/para o amor, sem mais.
Lute pelas coisas de que você gosta, mas faça isso de uma forma que leve outras pessoas a se juntarem a você.
Feche os olhos e sorria.
Ela mudou a forma de amar e não foi pela intensidade, pelos sentimentos, pelo tempo, mas pela promessa de ser feliz. Quantas vezes o sorriso fugiu de cena, a gargalhada tornou-se muda, a alegria repousou na despensa trancada. Quantas vezes quis ir, mas ficou. Quantas vezes quis falar, mas calou. Quis abraçar, mas cruzou os braços. Quis, mas não fez. Sim, com do tempo se esquece o que é sorrir, ter paz, ser amado, desejado, acariciado. No entanto, o que não se pode é esquecer de ser feliz. Por isso, não brigue, abrace; não grite, sussurre; não peça, faça; não tema, arrisque, não ame pouco, ame muito, sempre. O tempo leva o que você quer, mas também o que não quer, por isso, que seja intenso, sempre. Sim o amor dita um novo ritmo e o tempo pode parar, como em uma história que você pode voltar para as páginas que mais gostou para relembrar. O amor te dispõe inspiração para poder escrever com paixão, para lutar com devoção, para não cair na tentação, o amor engrandece o coração. É difícil entender o motivo, mas a única coisa que vai restar quando tudo se acabar é o que você carregar no coração. Mas nunca esqueça de deixar um lugarzinho meu lá, pois é onde decidi que quero morar.
Nem toda ausência é desistência; às vezes é a forma mais madura de se preservar.
Há silêncios que não nascem da indiferença, mas do cansaço de tentar ser ouvido onde nunca houve espaço para escuta. Há distâncias que não são fuga, mas limite.
A gente aprende, com o tempo, que permanecer onde a alma se encolhe é uma violência silenciosa contra si mesma. E então escolhe ir — não por falta de amor, mas por excesso de amor-próprio.
Porque preservar-se também é um gesto de coragem. É entender que algumas portas não se fecham por fracasso, mas por proteção. É confiar que sair de um lugar onde não florescemos é, na verdade, abrir espaço para respirar de novo.
Nem toda ausência é abandono. Às vezes, é apenas a forma mais digna de continuar inteiro.
O mundo é uma coisa louca, gira, gira e tem pessoas que continuam idiotas da mesma forma, não entendo mais nada!
Queria ter te conhecido antes, mas de qualquer forma, agradeço todos os dias por você ter entrado na minha vida. Infelizmente, você demorou para cruzar o meu caminho, mas eu espero, que você demore mais ainda para ir embora. Espero que a partir de agora nossos laços se fortaleçam ainda mais.
A democracia é falha porque a maioria quase sempre é burra.
Podem dizer que é a melhor forma de governo e eu não vou dizer o contrário.
Mas o governo do povo, pelo povo, falha gravemente quando permite que a maioria burra eleja péssimos administradores para governar mal.
Em qualquer empresa, sociedade ou agremiação a votação é feita por pessoas do mesmo nível ou que tenham um mínimo de conhecimento para escolher entre seus pares os melhores.
Ontem questionei a secretária da academia a respeito da altura do som emitido por um dos aparelhos de TV que apresentava um clipe da Madona, o outro onde passava o jornal, a aula de spining ministrada dentro de um cubículo que não se pode chamar de sala, feito de divisórias comuns de escritório e vidro fino. Isso sem contar o barulho dos doze ventiladores gigantescos.
Notem que eu não reclamei por reclamar. Municiei-me do genial aplicativo “dB Decibel 10th” disponível na App Store (recomendo) e mostrei a ela que o nível de ruídos da sala ultrapassava de longe a marca aceitável.
Cheia de razão ela sapecou a sua verdade, de que a maioria gostava, a maioria queria e é assim que deveria ser.
Ora, que maioria é essa se eu não fui ouvido nem tenho notícia de que tenha havido qualquer consulta?
Na cabeça dessa medíocre atendente, a maioria seria a dos participantes da aula? Bem, para mim é como consultar vinte bandidos e viciados, a respeito do rigor da cadeia.
Certamente a maioria faria escolha diferente, da maioria de nós que precisamos nos proteger contra eles.
Ao permitir que analfabetos e despreparados sejam obrigados a votar nossos governantes sinalizam com clareza de que não querem prestar contas a quem sabe pedi-las.
Voltando ao som alto da academia, ninguém quer saber de colocar paredes que vedem corretamente o som. A maioria ignara não se preocupa com a certeza de que o som acima dos níveis normais prejudica a saúde, a audição e o raciocínio.
Mas quem quer raciocinar?
Isso é fantástico!
E da mesma forma que o amor é fogo que arde, ele precisa ser instigado
para se manter aceso, mesmo ardendo intensamente depende da distancia
que você posiciona a ele, se distanciado não tem como se conforta no
calor e nem contemplar a beleza de suas chamas
FORMAÇÃO E CONDUTA HUMANA
Nossa natureza nos capacita a raciocinar e agir de forma moral, ir ao encalço da virtude e desenvolver ao mais alto grau possível nosso caráter moral, combinando a reflexão e a repetição centralizada para nos nortear no caminho certo na busca da beleza, que parece ser a moradia da verdade universal, absoluta e imutável que, também, pode habitar na aparente imperfeição, quase sempre por necessidade, e na noção imprecisa do bem e da condição humana, com o objetivo final de viver uma existência expressiva com a excelência que nos distingue do resto da criação.
Para vivermos bem, precisamos observar as leis naturais e estarmos conscientes dos direitos naturais, com a compreensão dos conceitos do privilégio da concessão e deveres, da moralidade e suas relações, a justiça e o bem comum, a autoridade e o problema da injustiça legal.
Então, nos tornamos em adultos com anatomia e hormônios que definem nossa situação, mas, não determinam nossos papéis na sociedade.
Não podemos viver autenticamente, a menos que possamos buscar objetivos auto escolhidos observando o paradigma das leis e do direito natural e a restrição razoável à liberdade dos indivíduos evitando que prejudiquemos uns aos outros.
Com a habilidade de lidar com ideias divergentes é discuti-las abertamente, deixamos a verdade vencer através de argumentos e suas limitações, não pela força, usando o poder da razão e apreciando de um ponto de vista puramente lógico, com base no modo como as coisas parecem opostas ao feitio como pensamos que sejam, considerando, para dar sentido às nossas decisões, que exista uma situação de causa e efeito, pois, tudo o que realmente vemos é uma coisa após outra.
Sem a pretensão de sermos iguais, devemos perseguir a virtude e a bondade para criarmos espaço para a harmonia íntima e social em nossas diferenças, e sermos mais um instrumento dentro da diversidade de pessoas e perspectivas promovendo uma sociedade equilibrada, considerando a relevância de interiorizar a paridade entre o que temos e o que não controlamos centralizando nosso esforço e faculdades no que possuímos ao mesmo tempo em que lidamos com equidade e justiça com as coisas que não regemos.
O externalismo da representação e a diferença entre a necessidade e prioridade como a liberdade, ansiedade e autenticidade, são parte do pensamento do homem consciente da ausência de racionalidade e da possibilidade de eventualidades em sua vida causando a necessidade imediata de significar sua existência.
Como seres pensantes, devemos considerar as questões que desafiam pressupostos básicos sobre nós mesmos, preocupando-nos no sentido de como agir a respeito e sendo cautelosos em nossas ações ao confrontarmos as diferentes provocações no curso de nossa vida, sempre avaliando o equilíbrio entre nossos interesses e a harmonia que buscamos para viver bem.
A pior forma de violência não é a violência, e sim a indiferença, a indiferença destrói um ser de dentro para fora.
Trago sempre uma vírgula na manga, reservada para essas pessoas que dizem eu te amo da mesma forma que dizem bom dia.
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