Forma
"AS PESSOAS OBSERVAM O SEU GRAU DE INTELIGÊNCIA PELA PERGUNTA QUE VOCÊ FAZ E PELA FORMA COMO VOCÊ RESPONDE" Ademar de Borba.
Muito cuidado em relação ao seu diálogo.
“O que ninguém acredita nem sempre é impossível — às vezes, só ainda não encontrou forma de existir.”
"Usar o sagrado como escudo para blindar os próprios defeitos é a forma mais refinada de profanação, onde o véu da fé serve apenas para ocultar a face da intolerância."
"Usar o sagrado como escudo para blindar os próprios defeitos é a forma mais refinada de profanação, onde o véu da fé serve apenas para ocultar a face da intolerância.
"Pensamento Filosófico"
Esse comportamento ilustra o que a psicologia e a filosofia comportamental descrevem como um mecanismo de defesa narcísico e projeção moral. Quando o indivíduo se apropria de dogmas para se declarar "salvo", ele não está buscando a transcendência, mas sim o controle e a absolvição antecipada de seus próprios desvios. Ao dividir o mundo entre "divinos" (ele mesmo e seus pares) e "profanos" (aqueles que ele julga), essa pessoa cria um sistema de justiça próprio onde a empatia é anulada.Filosoficamente, essa atitude representa a inversão do conceito de ética e alteridade. Em vez de a espiritualidade servir como um exercício de autocrítica, humildade e responsabilidade perante o outro, ela é instrumentalizada para oprimir. O "outro" torna-se apenas um espelho das imperfeições que o indivíduo se recusa a aceitar em si mesmo. É, em essência, o vazio ético mascarado por um verniz de dogmas inquestionáveis.
Vivemos sobre o Livre arbítrio, um poder nos dados para ser usado de forma justa sem prejudicar ninguém, mas então assistimos a matança das pessoas e as guerras nos confins da Terra, assistimos irmãos se destruindo por coisas insignificantes, muitas vezes por palavras ou algo subtraído de outra pessoa, então se matam, agridem etc.
O Livre arbítrio não foi nos dados pra isso, nos torna livres e obstinados as conquistas, obsecados por coisas materiais.
Estamos fadados e obstinados ao fracasso, mesmo assim achamos que aqui é o fim, onde na verdade é o começo de uma jornada para outro lugar.
Não deveríamos ter o direito ao livre arbítrio, deveríamos ser doutrinados e limitados para uma vida de paz.
De forma inconsciente ninguém idolatra suas coisas, mas é exatamente o que fazemos de acordo com o comportamento.
Venerando o altar das coisas.
Está com coisite.
"Certa vez me perguntaram: Como medir o imensurável? Eu respondi de forma simples, dizendo que se você quer saber o tamanho de tal coisa, olhe para o céu a noite, veja como é repleto de milagres sem fim. Medir o imensurável é conhecer unicamente uma coisa, O Cosmos".
A Última Poesia do Pó e da Lua
Doeu, de forma visceral, quando percebi que não estava aqui. Doeu, como há anos atrás, quando te vi partir. Doeu, como a primeira dor, antes de você existir. Mas hoje vejo que a vida é assim. O amor não basta. A dor, a revolta, qualquer coisa que eu faça será sempre poeira ao vento do velho pó que amava a lua e se perdeu tentando alcança-la. Do velho pó que se desfez quando a noite não chegou por meses que soaram como a eternidade naquele frio e congelante inverno.
Não quis te prender, mas me prendi. A condenação é só minha, e o crime só eu vi. No fim das contas, eu nunca fui o bastante, e não há nada que possa trazer de volta nem mesmo o que já fomos. Só em sonhos e na minha mente posso te ver e sentir. Só aqui dentro você está viva pra mim, e quando o mundo for demais, não poderei te ouvir. Talvez nunca saiba do dano e nem da cura, mas sempre serei o pó tentando alcançar a lua. Sempre serei o pó que tentou alcançar a lua.
- Marcela Lobato
A ideia de ciência como uma forma histórica de conhecer — nascida na modernidade ocidental — exige, antes de tudo, humildade intelectual. A ciência não surgiu como uma verdade eterna, mas como um método específico que se consolidou ao longo do tempo, sobretudo a partir de rupturas com explicações míticas, religiosas e puramente especulativas. Seu prestígio social atual não é fruto do acaso: decorre de sua capacidade de produzir conhecimento confiável, verificável e, sobretudo, útil.
Mas é preciso cuidado com uma confusão comum: ciência não é sinônimo de qualquer investigação. O simples ato de perguntar, observar ou até experimentar não basta para transformar uma curiosidade em conhecimento científico. A ciência exige critérios. Exige método. Exige que aquilo que se afirma possa ser confrontado com a realidade e, mais do que isso, que possa ser testado, criticado e eventualmente refutado.
Nesse sentido, nem toda curiosidade vira ciência porque a ciência impõe limites rigorosos ao conhecer. Ela exige que as hipóteses não sejam apenas plausíveis, mas validáveis. Isso significa que o conhecimento científico não se sustenta apenas na convicção de quem afirma, mas na possibilidade de outros verificarem, reproduzirem e contestarem os resultados. A ciência, portanto, não é dogma — é um processo contínuo de correção.
Outro ponto fundamental é compreender que o dado, por si só, não fala. Não existe neutralidade absoluta na interpretação dos fatos. Todo dado é lido à luz de um contexto, de uma teoria, de um paradigma. É o marco teórico que organiza o olhar do pesquisador e dá sentido ao que é observado. Sem isso, dados são apenas fragmentos dispersos da realidade.
Por isso, a ciência é, ao mesmo tempo, poderosa e limitada. Poderosa porque cria ferramentas para compreender e transformar o mundo; limitada porque depende de interpretações humanas, sempre situadas historicamente. O que hoje é considerado verdade científica pode amanhã ser reformulado — e isso não é fraqueza, mas sua maior força.
No fundo, a ciência é uma forma disciplinada de humildade: ela reconhece que não sabe tudo, mas insiste em aprender melhor.
"Se eu soubesse que isso ia acontecer, teria feito de outra forma. Mas será que isso me torna culpado? Ninguém vê o futuro. Julgar uma decisão pelo resultado é fácil; difícil é lembrar que, no momento da escolha, ninguém conhece o que ainda vai acontecer."
Eu tive uma visão com 5 leões descendo furiosos em forma de ataque na terra!!
Eu estava acordada, fechei meus olhos e de repente, até me assustei!!
abri os olhos abruptamente e deu medo. Foi muito real!!
Há uns 5 meses atrás!😭
E agora, é o terceiro dia de guerra entre ISRAEL e HAMÁS!!
Todos os países do oriente médio, estão ficando contra ISRAEL...
Preocupante!!
PS: não anotei a data
Sabia que ninguém é de ninguém?
A gente tem essa forma errada de achar que tudo é para a vida toda.
Mas, até nas ruas, está cheio do sexo oposto, podemos sempre nos apaixonar por outros, sem nunca tocar naquela pessoa.
Por já ter um compromisso.
Mas, nós humanos somos movidos por isso.
Colecionar memórias é a forma mais bonita de viver. A vida é boa demais para passar despercebida, então eu escolho guardar momentos: risadas simples, conversas inesperadas, pequenos instantes que aquecem o coração. No fim, são essas lembranças que contam a verdadeira história de quem somos e do caminho que percorremos.
Eu descobri que cultivar plantas no quintal é uma forma sofisticada de enlouquecer com elegância. Porque veja bem, enquanto tem gente colecionando problemas, eu coleciono folhas, raízes, frutos e uma esperança diária de que a vida, pelo menos ali, obedeça algum tipo de lógica. E obedece. Planta não mente. Ou ela cresce, ou ela morre. Simples, direto, quase ofensivo de tão honesto.
No meu quintal tem de quase tudo, e eu falo isso com o peito estufado de quem virou praticamente uma fazendeira de um metro quadrado. Tem fruta que eu mesma já nem lembro quem plantou, se fui eu num surto de motivação ou se foi o vento sendo mais competente que muita gente. Tem erva pra chá, e a minha querida cidreira que, diferente de certas pessoas, me acalma de verdade. Basta eu chegar perto, amassar uma folhinha e pronto, já sinto como se o mundo tivesse pedido desculpa por existir.
E o mais curioso é que cuidar dessas plantas me ensinou mais sobre a vida do que muita conversa profunda por aí. Planta não cresce no grito, não responde à pressa, não floresce porque você está ansiosa. Ela cresce no tempo dela, no silêncio dela, na teimosia dela. E eu ali, regando, observando, aprendendo a esperar, coisa que a gente detesta, mas precisa.
Tem dias que eu converso com elas, confesso. Não por achar que vão responder, mas porque, de certa forma, já respondem. Quando brota uma folha nova, quando dá fruto, quando resiste a um sol de rachar ou a uma chuva sem aviso, é como se elas dissessem bem baixinho: continua. E eu continuo.
No meio desse mundo barulhento, onde todo mundo quer tudo pra ontem e ninguém sabe direito o que está fazendo, eu vou lá pro meu quintal, sujo a mão de terra e lembro que a vida de verdade não acontece na pressa. Ela acontece ali, quietinha, crescendo sem alarde.
E no fim das contas, talvez eu nem esteja cultivando só plantas. Talvez eu esteja cultivando paciência, presença, e um tipo de felicidade que não faz barulho, mas preenche tudo.
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