Forma
Israel
Por que Deus formou o povo de Israel? Foi da mesma forma que chamou Noé e sua família, para fazer juízo contra os homens pecadores, antes do dilúvio. Deus tinha mandado um dilúvio para matar os homens pecadores! Também os gigantes que eram o fruto do pecado, dos anjos caídos, que no "Monte Hermom"fizeram um pacto entre 200 anjos, que todos eles possuiriam as "Filhas dos homens, para terem filhos delas. Assim apareceram antes do dilúvio os gigantes. Foi por isso que Deus mandou o dilúvio.
Assim morreram afogados os homens pecadores e os gigantes! Mas depois do dilúvio no meio da humanidade nova, algo aconteceu. Nem toda a humanidade era pura.
Aconteceu o mesmo que tinha acontecido antes do dilúvio. Especialmente no meio do povo cananeu. De igual, alguns anjos caídos voltaram a entrar a algumas mulheres cananeias. Assim estas geraram outra vez "gigantes"! Estes gigantes com os cananeus, faziam toda a injustiça. Foi por isso que Deus chamou o povo de Israel para matar totalmente os homens pecadores, adoradores de Demônios com os gigantes.
Deus não tolera o pecado, por isso nunca o tolerou! Nem tolera nos nossos dias! A não ser que os pecadores se arrependam, com um arrependimento tão grande como o seu pecado. E isto é concedido, somente pela graça de Deus. Pela fé em Jesus Cristo. Ainda hoje também é assim. Foi por isso que Deus formou o povo de Israel. Para executar um segundo dilúvio de sangue no mundo. De Israel veio o Messias, para morrer, pela humanidade. Isto porque Deus não tolera o pecado. Pois não poupou seu filho amado, que morreu e ressuscitou para justificação dos homens.
"O mundo se silenciou. Silenciou da mesma forma em que eu me silenciei quando há vi entrar pela primeira vez por aquela porta...
O mundo se silenciou. Nós nos silenciamos... Ficamos ali lado a lado, faltou voz e palavras, mas sobrou amor. Até parece que ele sabia que ela ao entrar por aquela porta deixaria de ser o mundo e passaria a ser só o meu mundo."
Estoicismo é a filosofia de vida do auto conhecimento e da auto responsabilidade, uma forma de pensar em que não é preciso terceirizar sua jornada de vida a qualquer entidade.
"A Morte da Vida" é perceber que a forma como a maioria das pessoas vive é, na verdade, uma forma de estar morto para a realidade.
Ser observador são para poucos, mas ser desta forma e ter atitude de ação, são somente apenas aqueles que sabem domar a si mesmo.
A cura muda a forma de enxergar, muda o pensamento, muda a energia, muda o gosto e até a forma de você rir, permita-se.
Viva sua vida de forma que o medo da morte nunca possa entrar em seu coração. (...)
Prepare uma canção fúnebre para o dia de quando você atravessar a grande passagem. (...)
Quando chegar sua hora de morrer, não seja como aqueles cujos corações estão preenchidos de medo da morte, e que quando a hora deles chega, eles choram e rezam por um pouco mais de tempo para viverem suas vidas novamente de uma forma diferente. Cante sua canção de morte e morra como um herói indo para casa.
A coragem não é simplesmente uma das virtudes, mas a forma que cada virtude assume quando está sendo testada, ou seja, no ponto da mais alta realidade. A castidade, a honestidade ou a misericórdia que se entrega ao perigo será casta, honesta ou misericordiosa apenas sob certas condições. Pilatos foi misericordioso até que isso se tornou arriscado.
O futuro de um povo, depende também em grande forma, da cultura e qualidade das músicas que existem e se produzem sobre eles.
Os gregos perceberam desde o princípio e o Governo sabe usar disso muito bem (pão e circo).
Um mal governo, valerá de usar esse saber contra o povo, em favor de sí mesmos. E então, aí saberás diferenciar dignamente a qualidade de quem te governa!
Seja sábio, eduque sua família e sua mente com qualidade cultural e, principalmente, boas músicas.
Os efeitos e repercussões valerão por gerações infinitas, sem precedentes.
Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.
A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.
Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”
Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.
Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.
O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.
Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.
A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:
que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?
Se tudo o que disseram for uma história criada com a forma de nos domesticar, e que cada uma dessas crenças for um cadeado para nos tirar da verdadeira realidade e da fonte, a verdadeira fonte sobre a real necessidade de ser e estar aqui…
Isso não te assusta?
A mim assusta muito.
Pensar que talvez grande parte do que aprendemos veio embrulhado em regras, medos e narrativas construídas para nos manter dentro de cercas invisíveis. Como se a verdade tivesse sido fragmentada em pedaços, espalhada entre livros, templos, ideologias e vozes que dizem saber o caminho, mas muitas vezes apenas repetem aquilo que também lhes foi entregue.
Eu quero entender.
Mas quanto mais busco, mais percebo quantas falhas existem no caminho. Textos que se contradizem, interpretações que mudam com o tempo, homens defendendo verdades absolutas enquanto a própria realidade parece mais complexa do que qualquer resposta pronta.
Às vezes tudo isso faz parecer que estou sozinho por aqui.
Como se estivesse caminhando num corredor enorme de perguntas, onde cada porta aberta revela apenas mais dúvidas.
E, no fundo, existe uma curiosidade quase inquietante: a vontade de ver o final. De entender qual é, de fato, o efeito de todo esse manifesto humano que chamamos de história, religião, filosofia e existência.
Qual é o real bem?
Qual é o real mal?
Será que são forças claras e separadas, ou apenas reflexos das escolhas humanas ao longo do tempo?
Talvez a maior inquietação não seja a dúvida em si, mas perceber que viver também é caminhar dentro dela. Entre luz e sombra, entre fé e questionamento, entre aquilo que nos ensinaram e aquilo que sentimos no silêncio da própria consciência.
E talvez, no meio de tudo isso, a verdadeira busca não seja destruir as crenças…
Mas descobrir se ainda existe uma verdade viva por trás de todas elas — uma fonte que não foi escrita por homens, mas que ainda fala, silenciosamente, dentro de quem realmente decide procurar.
By Evans Araújo
Seguir o coração de forma indiscriminada pode atrapalhar a sensibilidade à Unção de Deus, pois o coração humano pode ser desordenado, cheio de impurezas ou endurecido, tornando-se uma barreira para a ação do Espírito Santo.
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