Fonte da Juventude
Poema de Como te vejo!
Eu te descrevi, te toquei, te criei em mim!
Este é um Poema de como te vejo, de como te tenho, de como te sinto!
Um dia fresco, com chuva revigorante.
Tão livre, uma liberdade tão gritante e leve, quanto a essência do vento.
Essa força, misturada com energia e coragem.
Um calor que aquece o todo e uma breve melancolia que me encanta.
Sempre forte, mas tão frágil, que tenho vontade de te abraçar quando vejo os seus olhos que desvendam o universo, aqueles olhos que descobrem o mundo pela primeira vez, com uma brisa leve de puridade.
Tantas sensações, mesmo quando não fala nada, eu sinto tudo.
Daquelas que tocam e você sente a alma.
Essa conexão, um pertencer tão calmo e belo, mas que muitas vezes me pegam com devasta imensidão.
Transborda, preenche, tudo sente.
Com todo meu interior, no amor, onde te amo mais que tudo!
Obrigada por me despertar tantas sensações!
O capítulo de hoje: Um mergulho no espelho!
Hoje mergulho em águas profundas,
e, cada vez que aprofundo mais,
são novas camadas de calma e descobertas.
Nesse mergulho, o ar não falta;
o ar retorna, preenche.
O peito expande, o coração aquece.
É um momento de respirar de novo,
com mais consciência, com conexão.
Eu me volto em minha morada,
um lugar de onde um dia me perdi —
um retorno para casa,
na essência do meu ser.
Eu nunca acreditei em anjos, até esse aparecer na minha vida:
Esse anjo que me compreendia
Me aceitava, me entendia
Oh, esse anjo que eu amava...
Esse anjo que eu nunca esquecerei
Esse anjo que surgiu do nada
Esse anjo que eu amei...
Essa amizade surgiu tão rápida
O começo, o meio e o fim
Tudo de uma forma inesperada...
Eu sonhava com você
Seu retrato em minha mente
Eu já não conseguia te esquecer...
Você era tão tímida, eu espontâneo
Você era cristã, eu ateu
Você era você e eu era eu...
Éramos tão opostos para os "normais"
Mas não se monta um quebra-cabeça
Com peças iguais...
Seremos sempre infinitos
No nosso conjuntinho
No nosso limitado
Conjunto de finitos...
Eu e você meu anjo
Meu anjo que tem o nome mais lindo do universo;
Meu anjo que tem os olhos mais penetrantes da galáxia;
Meu anjo que tem o sorriso mais belo do sistema solar,
Meu anjo é você, minha doce Nicole...
Nenhum sistema de gestão de riscos é capaz de sustentar a prevenção de acidentes em uma cultura onde o medo silencia o relato de condições de risco.
As águas ensinam, sem dizer nada.
O rio flui.
O mar renova.
Acolhem, abraçam
e me descansam em seus seios.
As águas…
Como me têm as águas.
Tem coisas que a gente vê
que é impossível desver.
E quando eu vi…
eu senti.
É isso.
Ana Caroline Marinato
Mulheres maravilhosas.
Sobre a Palestra - A Arte de Ser: Criatividade e os mundos que inventamos.
Socorro Acioli
Carla Madeira
Bárbara Paz
Cris Naumovs
Eu gosto de construir.
Na vida, tudo é construção.
Gosto de propósito também.
Construir relacionamentos,
com propósito.
Construir projetos,
com propósito.
Construir a mim mesma,
com propósito.
A vida tem propósito.
Mas o que é propósito, afinal?
Propósito é cuidar quando ninguém está olhando.
É seguir, mesmo sem ter certeza de nada.
É continuar vivendo.
Propósito é o que te move.
Propósito é o que te cura.
Propósito é a decisão silenciosa
de construir algo bom no mundo.
Ana Caroline Marinato
Com todo respeito, alguém já parou para olhar para uma pessoa enquanto ela falava e pensou:
“Meu Deus… será que essa mulher tem noção do quanto ela é linda?”
E não falo apenas de uma beleza de fora.
Falo de uma beleza que vem de dentro também.
Daquelas que tocam de um jeito diferente.
Daquelas que você percebe mesmo quando não está olhando diretamente.
Uma beleza que se revela no jeito de existir, de falar, de sentir.
Aquela que não se vê só com os olhos —
mas que, de alguma forma, a gente reconhece.
Ana Caroline Marinato
Eu vejo.
Vejo com meus olhos que desvendam a alma,
com aquele olhar que eu quase posso tocar.
Vejo um olhar,
vejo admiração,
vejo tristeza,
vejo satisfação.
Vejo o sol.
As ruguinhas no nariz quando sorri,
o sorriso,
os olhos que se puxam.
Cada pintinha que eu decorei
como constelações.
E eu desenhei —
fiz você em minha memória.
E é só aqui
que você pode ficar.
Ana.
O que me atravessa?
Atravessa-me a vida neste instante,
o sentir tão cru,
tão profundo,
sem nenhum molde…
Atravessam-me imagens:
dias que se foram,
dias que chegam,
dias que ainda se vão…
Atravessam-me histórias reais,
livros vivos,
prontos para serem decifrados…
Atravessa-me o amor,
o desconhecido,
a conexão,
um olhar…
Atravessa-me o caos,
o incerto —
e então, a calmaria.
Atravessa-me o intenso,
o orgulho,
o medo
e a plenitude…
Atravessa-me a vida no todo:
o que pertence,
e o que vai passar…
Atravessa-me o pensamento,
com ardor,
com cura
e com despertar…
Atravessa-me o interior,
o silêncio —
onde muito se é dito.
Atravessa-me o inteiro,
o existir,
o acolher…
Atravessa-me o peito,
com uma dor
que já não sei se dói…
Atravessa-me como nunca atravessou —
e me transformou.
E hoje sei:
Tudo que me atravessou
me libertou.
Me fez viver.
Atravessa-me a alma.
Atravessa-me tudo.
Atravessa-me sempre…
Na infinitude desse atravessar:
no tempo,
na vida
e no agora.
A beleza e o bom caráter
Ela é relativa
Ele é notável
Ela é demasiadamente apreciada
Ele por vezes é ignorado
Ela movimenta o comércio
Ele conquista pessoas
Ela ilude
Ele inspira
Ela satisfaz o ego
Ele valoriza os princípios
Ela tem milhões de seguidores
Ele persiste em ser seguido
Ela é efêmera
Ele se eterniza
Na vida é importante...
Ser sincero, sem ser grosseiro.
Ser respeitoso, sem ser bajulador.
Ser divertido, sem ser ridículo.
Ser tolerante, sem ser tolo.
Ser exigente, sem ser tirano.
Ser tranquilo, sem ser inerte.
Ser exemplar, sem ser arrogante.
Ser espontâneo, sem ser inconveniente.
Ser racional, sem ser nocivo.
Ser metódico, sem ser obcecado.
Ser gente, com humanidade!
O ser humano precisa...
Comer, para o corpo se manter.
Vestir, para o nu cobrir.
Se abrigar, para o refúgio conquistar.
Estudar, para o cérebro estimular.
Trabalhar, para a habilidade aprimorar.
Se entreter, para a mente não adoecer.
Socializar, para alegrias compartilhar.
Em família conviver e a cada dia um pouco da vida aprender.
25/09/25
Eu e a minha dor
Eu, intensa, ela também.
Eu, temerosa, ela, tenebrosa.
Eu, pensativa, ela, ofensiva.
Ela é invisível, mas existe, e vem potente.
Ela é traiçoeira, não avisa, apenas surge e me derruba.
Sim, é uma dor minha, uma dor que eu não escolhi.
Se você me olha e me vê aparentemente feliz, não faz ideia de quanto dói aqui por dentro.
E mesmo que você se mostre solidário, jamais entenderá o que eu sinto.
Às vezes sou Frida: “A dor é parte da vida e pode se tornar a própria vida”, outras vezes sou Fiona: “À noite de um jeito, de dia de outro”.
Mas a vida segue e eu escolho ser feliz.
Nota:
Eu faço parte de 3% da população brasileira que é afetada pela fibromialgia, uma condição em que a dor é minha companhia.
No começo eu até pensava: “Tem gente que sente muita dor, pra mim é mais tranquilo.” Acontece que hoje eu passei a fazer parte daquele grupo também e isso me assusta.
É preciso viver um dia de cada vez, mas cada dia vem cheio de dor e angústia.
02/10/25
Eu sou da paz
Se você gritar, eu vou apenas falar.
Se você me ofender, eu irei ouvir e ignorar.
Se você tentar me agredir fisicamente, eu vou recuar.
Você vai continuar agindo de forma desrespeitosa, mas talvez o meu silêncio traga-lhe uma reflexão.
A vida é muito preciosa para a preenchermos com atitudes tóxicas e que em nada contribuem para o nosso crescimento.
No final tudo vai passar.
Eu ficarei bem, espero que você também.
Eu sou da paz! 🤍
Nota:
Uma reflexão sobre as relações do cotidiano, sobre como as pessoas tratam as outras. O ser humano precisa ser reiniciado...
Eu, fibromiálgica!
Sou Frida: “A dor é parte da vida e pode se tornar a própria vida.”
Sou Fiona: “À noite de um jeito, de dia de outro.”
Sou Fênix: "Renasço das cinzas todos os dias."
A vida e seus conflitos
Ter um relacionamento afetivo exige enfrentar divergências. Se você não tem paciência para lidar com incompatibilidades relacionais, fique sozinho.
Ter um emprego demanda paciência diante das discordâncias nas relações interpessoais. Se você não sabe lidar com as diferenças, fique desempregado.
Ter filhos ou ser mentor de alguém requer dedicação e responsabilidade. Se você não se sente apto a dar suporte ao outro, desista.
Por outro lado...
Se você não tiver um relacionamento afetivo ou um casamento, nunca terá a experiência de amar ou ser amado, de compartilhar as alegrias do cotidiano, de desabafar sobre os dias ruins ou de envelhecer junto.
Se você não tiver um emprego ou um trabalho, jamais terá a oportunidade de exercitar suas habilidades, de sentir-se útil na sociedade ou de socializar e construir amizades necessárias.
Se você não tiver filhos, não assumir alguém como mentor ou adotar um animal, nunca terá o prazer de ser chamado de pai ou mãe, de sentir a gratidão e respeito por ser essencial ou de receber um carinho ao chegar em casa.
Não importa o que façamos, sempre haverá conflitos. O importante é buscar a melhor forma de enfrentá-los e assim adquirirmos a serenidade e resiliência para seguirmos a vida.
Diário de uma fibromiálgica 🖊️
Normalmente as dores começam lá pelas duas horas da madrugada. Elas começam um pouco tímidas, então ou vou me mexendo devagar na cama e até que consigo dormir um pouco mais, tentando não pensar nas pontadas que parecem vir de dentro do colchão.
Perto das cinco horas a dor fica insuportável e me obriga a levantar, porque eu já não consigo mais dormir.
Fico andando pela casa, faço alongamento e ligo a TV para assistir algo na esperança de esquecer a dor. Até que dá certo por alguns minutos.
Mas ela sempre me lembra: "Ainda estou aqui!". Isso faz com que eu ande mais pela casa e aumente os alongamentos. Sim, esses movimentos me ajudam. Acho que vou ter que me alongar por 24 horas.
Pentear o cabelo é trabalho árduo.
Vou insistindo e só assim consigo sair de casa para trabalhar, mas a dor vai comigo.
Percebo que no período da tarde me sinto um pouco melhor e consigo relaxar um pouco. E assim finalizo o meu dia, mas sempre pensando se o próximo será pior ou não.
Como sou muito persistente, não me dou por vencida. Essa dor não é mais forte que eu.
Percebi que o entretenimento me ajuda muito. Escrever, dançar, assistir a filmes e bater papo com os amigos são momentos que consigo relaxar bastante.
Eu já pensei muitas vezes: “Por que?”. E outras: “Mas não mata, poderia ser pior.” Eis a questão, ela não mata, mas maltrata todos os dias, é para sempre, é vitalícia como uma prisão perpétua. Eu, que planejei de viver até os 90, agora vou ter que viver com dor também até essa idade.
Para os que estão lendo esse texto: Não quero promover a fibromialgia, muito menos a minha dor, mas tenho necessidade de expressar o que sinto.
Penso que é algo que deve ser divulgado, especialmente porque há muita gente por aí que passa pela mesma situação que eu.
A fibromialgia mostrou sua verdadeira face pra mim há 3 meses. Eu sempre fui uma pessoa muito pensativa e reflexiva, mas tenho exercitado mais tudo isso nos momentos intensos de dor, já que é a única coisa que consigo fazer.
Acredito que todas as pessoas, de alguma forma, têm algum desafio na vida, e acho que esse será o meu maior desafio. Por outro lado, estou muito surpresa comigo, pois sinto que essa pessoa que sustenta esse corpo cansado está sendo muito forte e resiliente, o que poderia ter sido diferente.
Sou Frida, sou Fiona, sou Fênix.
Vida que segue!
