Fonte da Juventude
A vida é cheia de altos e baixos; o que nos mantém de pé são nossas raízes firmes, a fé que carregamos no coração e a esperança que nos impulsiona a seguir.
Em certos momentos, sentimos-nos frágeis, pequenos e inseguros. Mas algo extraordinário sempre acontece: lembramos de que temos um Deus que cuida de nós em todo tempo. E é nessa certeza que encontramos a força e a capacidade de enfrentar todos os desafios.
Não espere nem sequer mais um segundo
a vida é um mar agitado
e as ondas podem te derrubar,
e não sobra espaço
e nem tempo pra lamentar.
Abandonar alguém é mais fácil que tentar fazer ela mudar, na maioria das vezes é a decisão mais inteligente.
Não se deve falar sobre certas coisas com certas pessoas porque pode causar um certo arrependimento.
Honra é algo muito difícil de se encontrar, pessoas não conseguem acreditar nelas mesmas, mas conseguem se enganar com falácias.
Um dia eu disse ao meu melhor amigo, o futuro filósofo Cauã Sanches, de que todos somos esponjas em um oceano repleto de conhecimento, cabe a nós absorver esses conhecimentos ou não até porque, conhecimento nunca é demais e também como meu pai me disse uma vez:
"O conhecimento é a única coisa que ninguém consegue roubar de nós."
Morais, Valdomiro.
O silêncio, em muitíssimas ocasiões, fere muito mais profundamente, e com aquele xucrismo eloquente, todas aquelas almas sebosas que, em suas matilhas histéricas, berram ensandecidas qualquer groselha para chamar a atenção de todos e posar de vítima.
Aproveitar bem a vida não consiste, necessariamente, em saber se divertir, mas sim, em aprender a resistir a tudo aquilo aparecer em nossa jornada para dela nos desviar.
Todos nós, em alguma medida, somos ao mesmo tempo sinhô e escravo. Todos nós, sem exceção. A questão é sabermos o que será o nosso senhorio e, é claro, o que iremos subjugar em nossa vida. A resposta a essas indagações, gostemos ou não, indica a real substancialidade da palavra liberdade em nossa alma e, o quanto, de fato, somos senhores de nós mesmos.
Um covarde, por definição, é aquele carniça que dá o tapa e esconde a mão, a mesma mão que, um dia, usou para afagar o ombro daquele que, hoje, ele malha covardemente, sem dó, com seu libambo.
