Foi Deus que fez o Vento

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O homem é uma ponte entre aquilo que foi, aquilo que é e aquilo que pode vir a ser.

AQUILO QUE FOI ESCOLHIDO VENCE AQUILO QUE SIMPLESMENTE FOI DESEJADO.

⁠O segredo do meu sucesso foi falar a língua do meu povo.

NADA FOI ,È OU SERÁ ONDE NÃO EXISTE O AMOR !
Nada que não tenha amor vale a pena,
um beijo que não tenha amor,
abraço sem tremor e calor,
Sem amor nada faz o coração acelerar,ou
a quimica disparar e fazer a alma tremer.
Tudo que não é feito com amor,
mas parece comida sem tempero,
um relógio sem ponteiro,
sem amor, um arco-iris fica sem cor....
O amor aproxima a distância,
faz o adulto voltar a ser criança,
a cantar e sorrir feliz, isso é amor !
Nada que não seja com amor,
tem graça e calor,
sem o amor a vida é incolor,
sem amor a alma chora de dor,
sem amor,solitário na multidão,
um peito sem coração...
Assim fica quem vive sem amor,
o amor que cura doença,
muito mais forte do que qualquer " crença",
esse é o remèdio chamado amor,
as vezes uma ferida na alma, que é curada
de dia ,de tarde ou de madrugada,
mesmo na hora chegada,quem renasce só com amor,
O verdadeiro amor que eternamente dura,
Sentimento que encurta distâncias,
que traz pra perto quem esta longe,
amor de quem ama de verdade nunca acaba,
Nada nessa vida deveria existir sem amor,
O amor no ar que respira,
O amor que como comida mata a nossa fome,
amor que como agua sacia a nossa sede,
Tudo que vale a pena tem amor de verdade!
Amor que nos tira da solidão...
Amor que nos permite perdoar, sorris ou chorar,
Amor mais que sentimento,
amor ,estilo de vida
como é gostoso sentir amor !
Eu te amo, tu me amas...
tu me amas e eu te amo e cuido de você !
Portanto não basta gostar, é preciso amar de novo !
Amor que cuida, restaura e enobrece,
amor que
beija , abraça e faz amor.
Nada se compara , ao se tentar ,com outro sentimento,
comparar tudo ao amor.
Amar é incomparável,
incomparável amor !

Ontem foi escola, o amanhã pode não vir, mas o presente é o temos.

Foi na escuridão do pensar que encontrei meu existir.

Descobri: não perdi nada com tudo o que se foi.

Ontem


Eu sei que o ontem foi um sonho.
Sei que o amanhã é tão incerto...
Como parar de criar as fantasias?


O hoje? Está lindo e maravilhoso,
Ainda assim tenho medo, assusta
saber que lá fora está perigoso.


Para minha sorte... ou até destino,
tenho intensa em minha alma tola,
a fiel poesia, evitando o desatino.

Ciúmes




O que nunca pertenceu, mas que foi um sentimento de emoção profunda, quando transportei o brilho da lua cheia para iluminar os voos que minha alma alçou!


Aquele... que ultrapassou os limites distantes,
para equacionar a geografia das emoções
que um dia os meus lindos sonhos de amor impossível, nele encontrou.


Imaginei um momento que jamais aconteceria,
dos tantos planos que fiz, dos abraços seus que com intensidade desejei, não havia chance nenhuma, uma vida a dois, nem por um instante sei, nunca eu teria.


O amor é feito de vontades, sem realizações e nisso tudo apesar das negações na própria e solitária emoção buscar a alegria... Mesmo morrendo e vivendo desse amor, mais triste e só é a sua triste poesia.


No mundo das suas ilusões, uma frase de amor sequer, uma esperança desiludida... amar sozinha é caminhar para um precipício, e por lá morrer de tristeza, esquecida.

Se não foi você que semeou a flor, não roube.

Aquele que nunca roubou uma flor, nunca foi poeta.

Se hoje o seu dia foi triste, alegre-se; pois na vida temos dias ruins.

Se um ou dois seguirem meus conselhos e virarem poetas, não foi em vão a minha solidão.

Que foi, poeta? Que olhar triste é esse? Cadê as flores? Cadê a lua? Cadê o sol? Anime-se, poeta!

Se foi você que semeou as flores, então beija-as.

Mesmo que ninguém enxergue nada em você, não tente mudar; seja aquilo que você sempre foi.

O cliente não desaparece. Na maioria das vezes, foi o vendedor que parou de ser interessante.

Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.

Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.

Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.

Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.

O difícil nunca foi me reconhecer, foi sustentar. Autenticidade cobra caro. Ela retira aplausos fáceis, desmonta personagens bem avaliados, afasta quem só se aproximava enquanto eu me moldava.

Ser eu exigiu cortes precisos. Abandonei negociações afetivas, rasguei expectativas alheias, aceitei que nem todo vínculo sobrevive quando a gente para de pedir permissão para existir.

Hoje sou mais direto, menos explicável. Não tento convencer, sustento. E isso, curiosamente, é o gesto mais delicado e mais ácido que já aprendi.

Porque nada desconcerta mais o mundo do que alguém que decidiu ficar inteiro.

Assumi comigo um compromisso que não foi bonito de fazer. Não veio em forma de promessa leve, nem de entusiasmo. Veio quase como um pacto silencioso depois de atravessar dias em que existir parecia excessivo demais.

Houve momentos em que desejei não estar. Não por falta de coragem, mas por cansaço. Um cansaço que não se explica, apenas se instala e vai apagando as bordas da vida. E, ainda assim, entre um intervalo e outro dessa vontade de desaparecer, havia algo mínimo que insistia.

Um resto de vida. Quase nada, mas suficiente. E foi nesse quase que eu me agarrei. Não por certeza, mas por decisão. Porque, se ainda havia algo em mim que pulsava, por menor que fosse, então talvez valesse a pena sustentar isso um pouco mais.

Foi ali que assumi esse compromisso. Não o de ser feliz o tempo todo, mas o de não abandonar a possibilidade de viver com verdade enquanto eu estiver aqui. De não desperdiçar completamente aquilo que, de alguma forma, ainda insiste em mim.

A felicidade, entendi, não viria como estado permanente. Mas poderia existir em fragmentos, em respiros, em pequenos instantes que, somados, sustentam a travessia.

Se estou aqui, então que valha. Que atravesse. Que sinta. Que, apesar de tudo, eu não me recuse a viver a vida que ainda me vive.