Foi Deus que fez o Vento

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O vento balançou
de leve o velho
e tranquilo salgueiro,
e o luar de prata
devagar iluminou
a floresta verdejante
na bela montanha.

Em busca de alguém
há quem ainda cante
a esperança de início,
e também de reinício.

É fato que vivemos
num mundo dançando
em pleno precipício,
O importante é
nunca parar de sonhar.

Em busca do mundo
ideal há quem ainda
persista na esperança
de que ninguém desista.

O luar de prata balançou
de leve o vento
iluminou o salgueiro,
e a floresta de esmeralda
ficou mais radiante
na imponente montanha.

Em busca do giro
perfeito que dance
o Universo inteiro
e que ele de mim
não te faça esquecer,
porque para nós há tempo
e o destino me traga até você.

⁠Khirbat al-Zababida

O vento ainda canta a antiga
canção beduína,
Cestos com cereais e frutas
cítricas e a poesia
de Khirbat al-Zababida,
O direito de regresso
é uma das leis da vida.

⁠Assim como o vento
balança a Palma Real
assim age no pensamento
a sua presença sem igual

Nas tuas mãos tens
o tempo e a urgência
apenas levo a inspiração
até a última consequência

Tem se erguido a cada
dia no destino a poesia
mansa com total sinestesia

Assim anda agindo o destino
combinador para unir
incansáveis passos no caminho.

Peroba-rosa que cobre
do Sol com a sua copa,
Tem tudo de memorável
quando dança a vento,
Não há ninguém que
faça romper por dentro
com aquilo que nasci,
cresci, aprendi e me
fez caminhar até aqui.

A poesia que se escreve
é semente de Imbuia
que não é levada pelo vento,
Brota e cresce no peito,
enraizada no seu pensamento.

Nova Itaberaba


O vento do Oeste Catarinense
roça a pele e a memória,
É aqui na terra da pedra brilhante
que a história de caboclos
catarinenses e gaúchos
com a chegada dos colonos
se encontra e se funde
com a beleza em magnitude.


Por ti dedico cada momento
de luta e de beleza
por cada instante de vida.


Nova Itaberaba, infinita,
tu és a terra mais bonita,
da minha e nossa Santa Catarina.

Sentir o vento quando
chegar no Planalto Serrano
Para hoje é o meu plano,
Lembrar que o seu primeiro
nome era Casa Branca,
que também que foi
chamada de Encruzilhada.


Para os tropeiros foi lugar
de pouso para se refazerem
para enfrentar a estrada,
É de Otacílio Costa
da gente tão hospitaleira
que eu estou falando,
que em qualquer lugar
que você para quieto,
e amigo tu acaba ficando.


Otacílio Costa, erguida,
com honra e muita luta;
Uma cidade de gente
que valoriza a família,
a terra e a honesta labuta.


Otacílio Costa, querida,
de gente amável que
põe sabores na mesa
que são como poesia.


É para aí que estou indo
para sentir o vento
do Planalto Serrano,
tocar as estrelas
e a Lua com os dedos,
porque entre nós
nunca houve segredos.


Otacílio Costa, fostes
parte de Lages,
disso também não esqueci;
Mesmo distante de ti,
contigo no meu coração,
honro para sempre
com todo o amor e paixão,
como parte infinita de mim.

Paira o vento do Atlântico Sul
acariciando a memória;
Cruzo a porta da existência
para falar do que importa;
e não encontro nada lá fora.


Não é fácil lidar com quem
cultiva o desinteresse,
Insistir é manter ativo
mais que um enorme vazio.


Embora haja muita gente
sem nenhum motivo,
Encontro no silêncio
o melhor propósito e abrigo.

Ouço o vento cantar
o que vai chegar,
e nada me preocupa.
O meu teto celestial
é o Hemisfério Austral
que tanto bem eu quero.

A minh'alma feita
de América do Sul,
Ao vento confia
que o meu beijoalcance
os seus doces lábios.

“Segure firme o seu carretel. Observe o vento. Prepare sua pipa.
Não tenha medo de sonhar alto.
O céu nunca pertenceu àqueles que apenas o admiravam de longe.”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

“E, quando chegar o momento de soltar a linha e ver sua pipa encontrar o vento, não se preocupe apenas com a altura que ela alcançou. Nem com as outras pipas que cruzam e disputam o mesmo céu. Cada uma possui sua própria estrutura, sua própria linha, seus próprios ventos, seus próprios desafios e seu próprio condutor.”
— Casella Filho, 2026 (In: O Menino que Soltava Pipa)

Vento


Esse Vai e volta
Extensão do norte
Turbulência do meu navegar
Sensações e Maresias
Onde busco a ventania.

⁠"Não me moldo ao sabor do vento. Minha essência permanece intacta, mas minhas ações refletem a forma como me tratam."

*Poeminha de casa arrumada*

Casa limpa, silêncio lavado
roupa no varal dançando pro vento
chá de hortelã, a chaleira apita, um som com cheiro
desenhando e a tua ausência em espiral pelo bico evapora.

Torrada estala, geleia vermelha,
espalho no pão, não espalho a falta
porque tem vazio que não cabe
nem na mesa posta pra um.

O dia tá organizado por fora, mas cá dentro tem um cômodo com a porta e janela abertas esperando,
só que hoje! ela não vi passar.
(Saul Beleza)

*Cavalo de Aço*

Eu sou um cavalo de aço
chamado liberdade.
Relincho contra o vento
e galopo na imensidade.

Minhas crinas são fumaça,
meus cascos batem no céu.
Voou acima das ondas
sem medo de cair no véu.

Lá de cima eu vejo o mar
morrer mansinho na areia,
deixar espuma na praia
como quem despede a cheia.

E eu sigo, livre e selvagem,
sem rédea, sem arreio, sem jaula...
Porque ser livre é isso:
ser aço que não se amarra.
(Saul Beleza)

*Passo na porta da tua casa aqui,*
*só vejos folhas pelo chão.*
O vento levou o que a gente vivia,
mas deixou perfume na calçada e no coração.


É daquelas passadas que a gente dá devagar...
Olhando a janela, lembrando do riso,
pisando nas folhas secas que ainda guardam
o eco do "fica mais um pouco.
(Saul Beleza)

"No próximo ano, o vento continuará soprando para onde sempre soprou. Espere e verá. E até sentirá!"


Texto Meu No.1143
🫡

⁠⁠E se as borboletas forem o retrato da perseverança travestidas de flores, que o vento tirou para dançar?

⁠Os que só veem a Felicidade nas Grandes Conquistas, ainda não tomaram Vento na Cara com ela no Carona.