Foi Deus que fez o Vento
A Solução final foi Deus chegar ao nível de homem para ser entendido, más o problema permaneceu porque o homem, em "resposta" tenta chegar ao nível de Deus, para ser valorizado.
Ela é mais que espacial, é essencial.
Ela não apenas apareceu em minha vida, foi um presente de Deus.
Ela não apenas me conquista, ela me fascina!
Ela sem saber, me faz vibrar todos os dias sempre que à vejo.
Ela me mata de saudades quando, "Mesmo tendo deixado-a a poucos segundos".
Me encanto por Ela todos os dias.
Nao canso de admira-la.
Amo quando ela fica sem graça ao olha-la... sem motivo algum aparentemente "é o que ela pensa."
Apaixonar-se por alguém é bom, mas apaixonar-se pela mesma pessoa todos os dias é maravilhoso!
Paixão envolvida com amor, amor envolvida com desejo.
E isso tudo não descreveria nem um terço do que sinto por ela!
*Não era pra escrever nada disso, mas teve um tempo que já não planejava gostar de alguém novamente, e como vejo nada tem saido como planejado.*
E agradeço a Deus por isso!
DEUS NÃO CRIOU O HOMEM.
MAS COM CERTEZA O HOMEM CRIOU DEUS.
A maior certeza e que não foi Deus que criou o homem, pois devemos existir a cerca de 5 milhões de anos, e só os dinossauros já existiam a 230 milhões. então se você acredita em dinossauro não pode acreditar em Deus.
Mas com certeza foi o homem que criou Deus, porque suas marcas e historias só existem apos o nosso surgimento.
Bogdan
SOBRE DEUS E O DIABO NUM REPIQUE DA VIOLA
Foi Guimarães Rosa quem melhor descreveu... Foi Glauber Rocha quem melhor encenou... Mas foi a dupla Edu Lobo e Capinam quem melhor cantou a trama acima.
Tudo está codificado em poucas palavras na canção “Viola fora de moda”, um mantra bem aos moldes-mágicos da literatura surrealista. Nela, o “Tinhoso”, debochado, apresenta-se para tentar fazer um pacto com um violeiro infeliz. Esse violeiro é uma metáfora de nós mesmos na dança da vida.
Veja a releitura que, tirando as alparcas dos pés, arrisco a fazer:
“Moda de viola”
Moda de viola é o espaço artístico/religioso onde sempre há pelejas místicas entre Deus e o “Cão”. Disso sabem muito bem os violeiros que , no sertão do Urucuia, entre um benzimento e outro, vivem proclamando nas noites de lua cheia: “Bom violeiro ou vem de Deus ou vem do “Demo”.
“De um cego infeliz podre na raiz, ah, ah”
A canção é um lamento “de profundis” que brota de uma alma que se sente relegada ao Hades-da-condição-humana. O violeiro é cego, infeliz e podre na raiz. Mas, apesar do inferno da inutilidade, ele ainda canta, nem que para isso precise ouvir um eco de sarcasmo-sepulcral: “ah, ah”! Violeiro não vive só de amor e comédia. Ele tira versos da tragédia que o amarga nos dramas históricos. Faz coro com Nietzsche: ”Amo aqueles que não sabem viver a não ser como os que sucumbem..."
“Vivo sem futuro, num lugar escuro, e o diabo diz, ah, ah”
Nos porões da existência, esse assum-preto-sub-homem, escancara a sua falta de perspectiva. Mais..., tem que ver cara-a-cara o responsável direto pela situação: o “Bode-preto”, que, não bastasse ser o causador da infelicidade, deixa a dor ainda mais cruel por continuar a soltar sua ironia-de-penumbra-dantesca ao final da frase melódica: “ah, ah”!...
No livro sagrado de Jó, o “Cujo” aparece como um ministro do primeiro escalão de Deus, responsável pelo “controle de qualidade do criador”. Parece que aqui o caso é semelhante.
“Disso eu me encarrego, moda de viola não dá luz a cego, ah, ah!”
No auge da moda aparece o nó da trama bem à moda roseana: a possibilidade de um pacto com o “Gramulhão”. A frase “disso eu me encarrego” é um eco das palavras apresentadas a Jesus: “Tudo isso te darei se prostrado me adorares”. Aqui o “Coisa-ruim” subestima o instrumento sagrado do moribundo dizendo que ela não dá luz a cego. Era como se dissesse, “jogue fora tua viola e vem comigo” . E ainda continua impingindo-lhe a gargalhada-da-desgraça: “ah, ah”...!
Seguem acordes sem palavras...
Conclusões inconclusas:
Amigo violeiro: Não acredite no “Tristonho”. Ele é o pai da mentira! São Gonçalo o espantou. Para isso não usou a cortante espada de São Jorge, mas o poder exorcizante de seus acordes-rio-acima-e-celestiais. Uma viola bem tocada vale por duas rezas!
Agüenta aí cantador! Está escrito nas veredas do Grande Sertão: “Deus é paciência; o contrário é o diabo”. Lembre de outro musicante que, fazendo caminho , cantarolava: “Faz escuro, mas eu canto porque amanhã vai ser bom”.
Saiba que nos ponteios da vida, o "Todo Poderoso" não tem concorrente. Portanto faça o “Oculto” picar a mula repicando a viola, mesmo que ela seja como a minha, assim, fora de moda!
"Theosaurus: nome dado a um fóssil-Deus encontrado em Jerusalém. Diz-se que foi morto pela razão. Descendente direto do Allahsaurus.”
nada foi feito sem ele, ninguem o criou ele não é uma maquina ele é Deus e acabou voce que duvida tente pelo menos conhecer.
O fácil já foi feito.
O difícil está sendo feito.
O impossível vai demorar um pouco.
Mas com DEUS tudo é possível!!
A AMIZADE
O mais belo sentimento com que Deus adornou
a humanidade foi, sem dúvida, o da AMIZADE.
C. N.
No campo da perfeição. No sentido mais elevado do termo. AMIGO é aquele que ama outra pessoa sem que busque nela qualquer interesse utilitário, ou pretendendo utilizá-la em proveito próprio, ou usá-la como meio de alcançar determinados fins.
Quem se dispõe a ser amigo doutro, terá de o aceitar tal qual ele é - o seu feitio, a sua personalidade, reacções e problemas - como sentir-se disponível, se praticável, para o acompanhar em tudo
o que lhe possa acontecer - de bom e de mal. Para que se complete este ciclo de amizade é absolutamente necessário que haja, do lado do outro, recipro- cidade de sentimentos e atitudes.
A correspondência de afecto, disponibilidade e sacrifícios (quando
importe fazê-los) têm de ser idêntica para que não haja desequilíbrios na balança da amizade, a que aproxima os amigos
é algo de indefinido, uma mútua cativação latente: uma espécie de muda sedução que, libertando-se, se vai manifestando em pormenores, em leves ou marcadas sintonias. Uma quase adivinhação. ou visão de algo que há no ar de agradável, achegando-se entre ambos.
O que atrai na amizade é sentirem-se acolhidos pelo outro, o que equivale quase a dizer - serem uma só alma em dois corpos. Estabelece-se uma total confiança, dada sem reservas entre si.
A vida da amizade é urdida tanto de palavras como de atitudes e silêncios. Quantas vezes só a presença basta.
As palavras usam-se para obter confirmações já pressentidas ou reforçar sentimentos adivinhados, sabidos ...
Os silêncios procuram-se para dar ocasião a que as sintonias se cimentem, ganhem dimensão e calor. As atitudes sublinham tudo o que se intuiu.
A amizade em comunhão é uma linguagem que turbilha numa interioridade mais profunda e que, como num vulcão tranquilo, meio adormecido, vai desbordando para o exterior, toda a «produção» que a amizade fabricou.
Ela não surge repentina. Processa-se de modo lento, passando por uma série de experiências e tentativas, de modo a conhecerem-se melhor, a descobrir afinidades, gostos. tendências... Também a registarem reacções, evasivas, acolhimentos, recuos, aceitações...
Há, digamos, entre ambos uma sucessão de «apalpações» cuidadosamente medidas, delicadamente efectuadas. Tudo serve para que os dois vão fabricando a malha, que o tempo vai tecendo, mas sendo eles os obreiros. Se a malha agrada, ambos se empenham em aprimorá-la e nela vão, crescendo, apurando, aperfeiçoando e consolidando o «trabalho» em que estão empenhados. Se a textura começa a sair irregular e rapidamente não a corrigem, a amizade fica em perigo e tende a acabar.
O nascimento da amizade desenvolve-se um pouco como o da relação do recém-nascido com a mãe. Se a criança se sente bem instalada e recebe constantes atenções da mãe, a relação é boa: cresce e desenvolve-se confiadamente, sente-se protegido e aceita, até outros relacionamentos. Se, pelo contrário. se sente abandonada e em vez de carinhos lhe caiem em cima ralhos, rispidez, instala-se o medo na criança, passa a «jogar à defesa" torna-se permanentemente desconfiada e será uma criança difícil. Assim, também na amizade. Precisa de clima favorável.
A virtude propicia a amizade quando encontra eco noutro ser, também virtuoso. Segundo Epicure - a amizade é o supremo dos prazeres puros. Quando alguém encontra amigo verdadeiro e fiel, encontra riqueza inestimável (Pr 15. 17; 18-24; SI 133; 2Sm 1.26). Poder-se-á admitir uma amizade sobrenatural de Deus pelos homens e, na recíproca, dos homens por Deus. A Sagrada Escritura no-la revela. Quando Deus envia Seu Filho à Terra, fê-lo em amizade pelos homens. Seu Filho, ao demonstrar essa amizade, tentaria que os homens oferecessem uma amizade, reconhecida, a Deus. Essa seria uma importante aliança. Tanta coisa fica por
dizer da Amizade! …
Cândido Nicola
1996
Vida Ascendente -
07.07.1996
(Publicado no Boletim Informativo da Diocese de Santarém)
HOJE É UM DIA MUITO IMPORTANTE, O ONTEM TAMBEM FOI;
SE PROCURAS A DEUS;PROCURE LEMBRAR O QUE FIZESTE AO SEU SEMELHANTE? LEMBRE-SE DEUS É A VIRTUDE DA BONDADE
SE PRATICAS O QUE É BOM JÁ O ENCONTRASTE.
O SEU PRESENTE ESTÁ GARANTIDO;É O DIA DE AMANHÃ.
Cremos no Filho Unigênito, Deus Verbo e Senhor Jesus Cristo, como foi dito acerca dele pelos profetas de antigamente e o próprio Jesus Cristo nos ensinou, e o Credo dos Pais nos transmitiu.
Gostaria de lhes apresentar minha outra pele. A que foi gerada pela matéria dos desejos de Deus e que agrega todas minhas emoções. A, cuja essência habita o plano átmico donde procedem todos os poderes inerentes a nós. Quero-lhes apresentar minha Alma! Ela se envereda no pulsar do mundo provando o mel o fel, revelando-se à Luz através da escuridão. Sua potência é contemplada pelo Grande Pai. Livre, ela descobre-se intensa, iluminada, gerada para o universo que tudo lhe dispõe. Quando ela se descobriu não foi menos grandioso que quando nasceu: Foi mágico estar eleita a possibilidade duma grandiosidade Divina; descobrir que o amor é o espelho da própria vida. Essencial saber que sua essência é a encarnação dos atributos do PAI. Minh’alma não é uma alegoria dos caprichos humanos: Ela é um pólo que imanta e anima o sorriso da Divindade. Meu corpo? AH, ele é uma miragem; sombra do meu real ser; matéria devoradora de si mesma; natureza ecológica de minh’alma! Ele morre. Minha alma todos os dias nasce e se precipita na imensidão do amor de DEUS. (Autora: Rammara)
O amor é um sentimento bom, cruel mesmo é a paixão. Deus inventou o amor mas a paixão não, essa foi criação nossa.
Tamanha a unicidade e perfeição dos deslumbrantes que o primeiro a falar esta palavra foi Deus, ao referir-se à mulher.
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