Fizemos Amor
Ao lado do seu amor, você encontrará o encanto. A noite tece seu feitiço mágico quando quem você ama está próximo.
Preservar memórias é um gesto de amor com o tempo.
É recusar que os dias importantes se dissolvam no esquecimento apressado da rotina.
A fotografia revelada carrega um peso diferente. Ela atravessa o toque, o olhar demorado, o silêncio que se cria diante de uma imagem que permanece. Não depende de bateria, de senha, de um arquivo perdido entre tantos outros. Ela existe. Está ali. Respira junto com a casa.
Os passeios registrados não são apenas lugares visitados — são estados de espírito vividos. O riso que escapou sem aviso, o vento no rosto, a mão que segurou outra com força. Quando essas imagens ganham moldura, deixam de ser apenas lembranças pessoais e passam a fazer parte do ambiente, da história cotidiana, da identidade de quem habita aquele espaço.
Uma fotografia emoldurada não é decoração.
É presença.
É memória que se recusa a ser esquecida no fundo de um celular.
É o passado caminhando suavemente ao lado do presente.
Há algo profundamente humano em passar por uma parede e ser atravessado por uma lembrança. Em parar por alguns segundos diante de uma imagem e sentir o coração reconhecer aquele instante. Como se a vida dissesse: isso foi real, isso foi seu, isso valeu a pena.
Emoldurar fotografias é escolher o que merece permanecer visível.
É dar honra aos dias que nos moldaram.
É permitir que as memórias nos acompanhem, não como nostalgia, mas como raiz.
Porque algumas lembranças não nasceram para ficar guardadas.
Elas nasceram para serem vistas, sentidas e revisitadas — todos os dias.
Por Jorgeane borges 8 de Janeiro 2026
Somente por amor a gente se arrisca.
É por amor que caminhamos em direção ao que não sabemos explicar, como quem segue uma miragem no meio do deserto. Sabendo, no fundo, que pode não ser real — e ainda assim indo. Porque o amor não pede garantias, pede entrega.
O amor nos ensina a decifrar silêncios, a escutar o que não foi dito, a tocar mistérios com mãos trêmulas. Ele nos faz acreditar em promessas que ainda não existem, em destinos que só se revelam para quem ousa permanecer. É uma música que começa baixa, quase imperceptível, mas que cresce dentro da gente até não caber mais no peito.
Há algo de miragem no amor: ele cintila à distância, nos chama, nos ilude e nos salva ao mesmo tempo. Às vezes é engano, às vezes é esperança. E mesmo quando descobrimos que não era água, seguimos adiante, porque a travessia também nos transforma.
Amar é arriscar-se ao impossível. É atravessar desertos internos guiados apenas por uma melodia que insiste em tocar. É escolher sentir, mesmo sabendo do cansaço, da sede, da queda. Porque só o amor nos convence de que vale a pena ir além do que é seguro, além do que é lógico, além do que é visível.
E no fim, mesmo que a miragem se desfaça, algo permanece: o som da música que nos moveu. A coragem de quem ousou. A certeza de que só por amor a gente vai tão longe.
Por Jorgeane Borges
POESIA
(A Prece do Amor)
A inspiração aflora
A poesia acontece
É chegada a hora...
De o amor mostrar-se em prece.
Aquela troca de olhares. Aqueles sorrisos sem jeito. Algum sentimento sentido. Pedaços de um amor escondido.
É fácil dizer. O difícil é convencer o coração de que não se quer mais lutar por um amor platônico. Ele nos dá sempre esperanças de um belo dia tudo se tornar realidade, e no final o agradecemos por sua infalível perseverança.
Tantos estão à procura do grande amor e encontrá-lo é possível. Só não se deve esquecer, jamais, que você poderá ter o melhor parceiro ao seu lado, mas será infeliz se não tiver um romance com a própria vida. Contudo, para alcançá-lo, terá de deixar de ser escravo dos padrões de beleza do sistema, se amar intensamente aceitando-se como se é.
O casamento é um contrato.
Mas é muito mais que isso.
O casamento é amor. É... compromisso.
É alegria, é compreensão.
É paciência, é ira.
É tudo.
É como a aveia. Nos sustenta.
A melhor forma de você esquecer um amor do passado é deixar ele no passado mesmo e viver o presente apenas para você mesmo.
Só você me faz sentir coisas que eu achava não ter boa combinação. Amor, insegurança, medo, paz.. uma mistura de sentimentos que enlouquece o meu coração, e ao mesmo tempo o faz deixar cada vez mais apaixonado. Eu pensei que você seria mais um, mas com o passar do tempo, vi que mesmo que não ficássemos juntos, você já teria deixado um significado enorme na minha vida, só por ter passado nela! Eu comecei a amar não só o seu timbre de voz, não só seus olhos, sua boca e seu nariz. Não só as maçãs do seu rosto e o jeito que você me olha, mas passei a amar esse ser humano que hoje tenho como exemplo, como espelho, como herói. Eu te amo além de todas as coisas que possam existir, e sei que não existe estrada sem você pra me guiar, não existe futuro, não existe certeza. Agora entendo que todas as coisas fazem sentido porque eu tenho você comigo.. e não sei como, nem porque esse amor cresce a cada segundo, mas aprendi que as melhores coisas não carecem de explicações. Obrigada meu amor, obrigada por me fazer tão feliz e por completar como ninguém o vazio do meu coração! Não importa o que vier pela frente, nem as dificuldades, nem as barreiras, nem as piores coisas pra nos derrubar, pois sinto que se estou com você eu tenho paz, e é por isso que ainda assim eu sou capaz de muito mais do que as loucuras que já fiz pra te fazer feliz. Eu te amo.
Quando me amei de verdade
Quando me amei de verdade,
pude compreender
que em qualquer circunstância,
eu estava no lugar certo,
na hora certa.
Então pude relaxar.
Quando me amei de verdade,
pude perceber que o
sofrimento emocional é um sinal
de que estou indo contra a minha verdade.
Quando me amei de verdade,
parei de desejar que a minha vida
fosse diferente e comecei a ver
que tudo o que acontece contribui
para o meu crescimento.
Quando me amei de verdade,
comecei a perceber como
é ofensivo tentar forçar alguma coisa
ou alguém que ainda não está preparado
- inclusive eu mesma.
Quando me amei de verdade,
comecei a me livrar de tudo
que não fosse saudável.
Isso quer dizer: pessoas, tarefas,
crenças e - qualquer coisa que
me pusesse pra baixo.
Minha razão chamou isso de egoismo.
Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
Quando me amei de verdade,
deixei de temer meu tempo livre
e desisti de fazer planos.
Hoje faço o que acho certo
e no meu próprio ritmo.
Como isso é bom!
Quando me amei de verdade,
desisti de querer ter sempre razão,
e com isso errei muito menos vezes.
Quando me amei de verdade,
desisti de ficar revivendo o passado
e de me preocupar com o futuro.
Isso me mantém no presente,
que é onde a vida acontece.
Quando me amei de verdade,
percebi que a minha mente
pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando eu a coloco
a serviço do meu coração,
ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Orgulho não deveria existir, é um sentimento egoísta e autodestrutivo.
Se ter orgulho ou razão é algo importante pra você lembre-se disto:
O orgulho não estará ao seu lado quando a pessoa que você mais ama for embora.
" Eu vi ele com outra sim. Eu vi ele falar pra outra, tudo que um dia quis que ele me falasse. Mas nem assim consegui sentir raiva dele. Ele ta feliz, e só isso já basta pra mim. Mesmo que o motivo dessa felicidade não seja eu, eu estou feliz que o meu amor esteja bem..."
